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Uma eloquente resposta de um Professor Escocês aos que pretendem boicotar Israel

2018.11.27 01:50 rapelbaum Uma eloquente resposta de um Professor Escocês aos que pretendem boicotar Israel

Em primeira mão, para sua apreciação. Se quiser propor alterações, sinta-se à vontade.
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Uma eloquente resposta de um Professor Escocês aos que pretendem boicotar Israel

Tradução: Marcos L Susskind

Os estudantes da Universidade de Edimburgo votaram por boicotar Israel. O Professor e especialista em Oriente Médio lhes ensinou, ponto por ponto, por que eles estavam tão errados. Vale a leitura

O Dr. Denis MacEoin, um Professor Escocês não-Judeu escreveu uma carta para seus alunos que tinham votado pelo boicote a Israel, explicando por que isso era tão errado.

A Associação de Estudantes de Edimburgo (EUSA) apresentou uma proposta de boicote a todas as coisas de Israel, alegando que Israel é um regime de apartheid.

MacEoin é um especialista em Oriente Médio e foi editor sênior do Middle East Quarterly.

A seguir sua carta aos alunos

AO: The Committee Edinburgh University Student Association.

Permitam-me dizer algumas palavras aos membros do EUSA? Sou graduado de Edimburgo (MA 1975), onde cursei Estudos Persa, Árabe e História Islâmica em Buccleuch Place, com William Montgomery Watts e Laurence Elwell Sutton, dois dos maiores especialistas em Oriente Médio na Grã-Bretanha em sua época. Depois fiz meu Doutorado PhD em Cambridge e passei a lecionar Estudos Árabes e Islâmicos na Universidade Newcastle. Naturalmente, sou autor de vários livros e centenas de artigos nesta área. Menciono tudo isso para mostrar que eu sou bem informado em assuntos do Oriente Médio e que, por isso, estou chocado e desanimado pelo resultado da votação na EUSA.

O que acontece com os fatos? Qual a Realidade?

Estou chocado por uma simples razão de: não há e nunca houve um sistema de apartheid em Israel. Não é minha opinião, é fato que pode ser testado frente à realidade por qualquer estudante de Edimburgo caso ele ou ela escolha visitar Israel para ver por si mesmo. Deixe-me esclarecer isso, uma vez que tenho a impressão de que os membros da EUSA que votaram assim, não têm absolutamente qualquer noção em matéria de Israel, e que eles são, com toda a probabilidade, vítimas da propaganda extremamente tendenciosa vindo do lobby anti-Israel.

Ser anti-Israel não é por si só questionável. Mas eu não estou falando sobre as críticas comuns a Israel. Estou falando de um ódio sem limites que se torna possível por causa das mentiras e mitos que são derramados. Assim, Israel é várias vezes referido como Estado "nazista". Em que sentido isso seria verdade, mesmo como uma metáfora? Onde estão os campos de concentração Israelenses? O einzatsgruppen? A SS? As Leis de Nuremberg? A Solução Final? Nenhuma destas coisas nem nada que remotamente se assemelhe a isto existe em Israel, precisamente porque os Judeus, mais do que ninguém na terra, entendem o que o nazismo representava.

Alega-se que houve um Holocausto Israelense em Gaza (ou em outros lugares). Onde? Quando? Nenhum historiador honesto trataria desta afirmação de qualquer forma, a nao ser com o desprezo que ela merece. Mas chamar Judeus de nazistas e dizer que cometeram um Holocausto é basicamente uma maneira de subverter um fato histórico.

A mesma coisa com apartheid. Para o apartheid existir, teria de haver uma situação similar às coisas ocorridas na África do Sul no âmbito do regime de apartheid. Infelizmente, para aqueles que acreditam nisso, um único fim de semana em qualquer parte de Israel seria o suficiente para mostrar como é ridícula esta acusação!

UmTriste Comentário sobre a Situação da Educação moderna

Verificar que um grupo de estudantes universitários, na verdade, votou e caiu neste engodo, é uma triste constatação sobre o Estado de Educação moderna. O mais óbvio foco de apartheid seriam os de 20% de Árabes que constituem a população de Israel. Pela lei, Árabes israelenses tem exatamente os mesmos direitos que os Judeus ou qualquer outra pessoa; muçulmanos tem os mesmos direitos que Judeus e Cristãos; já os Bahá'ís, severamente perseguidos no Irã, florescem em Israel, onde têm seu Centro Mundial; Muçulmanos Ahmadi, severamente perseguidos no Paquistão e em outros lugares, têm seguranca em Israel; os locais santos de todas as religiões são protegidos em Israel por determinação específica em lei. Árabes representam 20% da população em Universidades (um eco exato de sua percentagem na população).

No Irã, os Bahai (a maior minoria religiosa) são proibidos de estudar em qualquer Universidade ou de criar sua própria universidade: por que vocês não boicotam o Irã? Os Árabes em Israel podem ir a qualquer lugar que queiram, ao contrário dos negros no apartheid da Africa do Sul. Eles usam transportes públicos, eles comem em restaurantes, eles vão às piscinas, eles usam bibliotecas, eles vão aos cinemas ao lado dos Judeus - algo que nenhum negro foi capaz de fazer na África do Sul.

Os hospitais Israelense não tratam apenas Judeus e Árabes, eles também tratam Palestinos de Gaza ou da Cisjordânia. Nas mesmas alas, no mesmo teatro de operação. Em Israel, as mulheres têm os mesmos direitos que os homens: não há apartheid por sexo. Homens e mulheres gays não enfrentam restrições, e Palestinos gays, muitas vezes fogem para Israel, sabendo que podem ser mortos em casa.

Me parece estranho que grupos LBGT clamam por um boicote a Israel mas não se manifestam sobre países como o Irã, onde homens gays são enforcados ou apedrejados até a morte. Isto ilustra uma mentalidade de pobres de espírito.

Estudantes inteligentes pensando que é melhor ficar em silêncio sobre regimes que matam os gays mas que seja correto condenar o único país no Oriente Médio que salva e protege os gays. Será que se trata de uma piada de mau gosto?

Estudantes que não têm idéia de como pensar

Supostamente a Universidade deve ser de onde se aprende a usar o seu cérebro, a pensar racionalmente, a examinar evidências para chegar a conclusões com base em prova concreta, um lugar para comparar as fontes, para pesar um ponto de vista frente a um ou mais outros. Se o melhor que a Universidade de Edimburgo pode produzir hoje são alunos que não têm idéia de como fazer qualquer uma destas coisas, então o futuro é sombrio.

Eu não me oponho a críticas bem documentadas contra Israel. Eu rejeito quando pessoas supostamente inteligentes apontam únicamente ao Estado Judeu sem qualquer incomodo com paises que são terríveis no tratamento de suas populações. Estamos passando pela maior revolução no Oriente Médio desde o 7º e 8º séculos, e é claro que Árabes e Iranianos estão se rebelando contra regimes terríveis que lutam contra os seus próprios cidadãos, matando-os.

Cidadãos israelenses, tanto Judeus como Árabes, não se revoltam (embora sejam livres para protestar). No entanto, os estudantes de Edimburgo não organizam demonstrações e tampouco chamada para boicotes contra a Líbia, Bahrain, Arábia Saudita, Iêmen, e o Irã. Eles preferem fazer falsas acusações contra um dos paises mais livres do mundo, o único país no Oriente Médio que aceitou refugiados de Darfur, o único país no Oriente Médio que dá refúgio para homens e mulheres gays, o único país no Médio Oriente que protege a comunidade Bahai ... sera que há necessidade eu continuar?

O desequilíbrio é perceptível, e não dá crédito a qualquer um que votou por este boicote. Eu lhes peço para mostrar algum bom senso. Obtenham informação na embaixada de Israel. Chamem algum palestrante. Ouçam mais de um lado. Não façam vossa cabeça antes que vocês tenham dado uma oportunidade justa para ambas as partes exporem suas posições. Vocês têm um dever com seus alunos, e este dever é protegê-los de argumentos de um só lado.

Eles não estão na universidade para receber propaganda e sim informações e formação. E eles certamente não devem ser levados a um anti-semitismo que visa punir apenas um país entre todos os países do mundo, que é exatamente o único Estado Judeu. Se houvesse um único Estado Judeu na década de 1930 (que, Infelizmente, não havia), você não acha Adolf Hitler teria decidido boicotá,-lo?

A sua geração tem o dever de assegurar que o perene racismo de anti-semitismo nunca plante raízes nem seu meio. Hoje, no entanto, existem sinais claros que já o fez e esta colocando ainda mais. Vocês têm uma chance de evitar um grande mal, simplesmente usando a razão e um senso de Fair Play. Por favor, digam-me que isto faz sentido. Eu lhes dei algumas das evidências. Cabe a vocês encontrar outros por vós mesmos.

Atenciosamente,

Denis MacEoin 

Com tanto viés anti-Israel na imprensa, em meios como CNN e a BBC, muitos jornais e revistas no Brasil ajude a levar nossa mensagem para fora a tantas pessoas como possível. Você pode ajudar.


Edit: Recebi isso hj e fui pesquisar para garantir q não é fake . É de 2016 , porém acho o assunto atual e repasso com respectiva fonte original do Prof Denis MacEoin.
segue link : https://www.gatestoneinstitute.org/7792/edinburgh-student-association-israel
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2017.11.23 05:26 SubotaiKhan Te ELIFEO: Conceptos políticos y formas de gobierno.

Parte I: La diferencia entre izquierda y derecha
Parte II: La izquierda
Primero, terminé mis parciales, aprobé todo, casi soy abogado, así que me van a tener haciendo lo que más me gusta: Enseñar pelotudeces. Estoy considerando seriamente estudiar alguna licenciatura de política, historia o filosofía y dar clases como una segunda profesión.
Segundo, voy a hacer un anexo de palabras que debí haber explicado antes, cuestiones ideológicas que pueden estar tanto en la derecha como en la izquierda, y algunas son “buzzwords”, palabras que la gente, tanto boludos en internet como académicos, la utilizan de manera trivial.
Tercero. Voy a explicar las formas de gobierno, que no lleva encausado necesariamente una ideología en sí, lo voy a hacer corto porque asumo que no hace falta extenderme mucho en explicar que es, por ejemplo, una monarquía y una república. Pensaba que algo como esto no es necesario explicar, pero he visto en Facebook, estadounidenses que piensan que democracia y republica constitucional son dos términos opuestos y excluyentes.
https://www.reddit.com/ShitAmericansSay/comments/5ubaz8/a_lot_of_americans_think_that_a_democracy_and/
https://www.reddit.com/The_Donald/comments/6ixydx/monarchy_doesnt_work_theocracy_doesnt_work/
Originalmente, iba a incluir en este thread las ideologías de derecha, pero quedaría muy feo mezcladas con todo esto, así que quedara para más adelante.
No hay TL; DR. Lo mismo que el anterior post. Si van a criticar, se toman la molestia de leer todo. Y algo que algunos no entendieron con el anterior thread: “Si te cuento que es X ideología, y que piensan sus integrantes, no quiere decir que yo la apoyo”
POPULISMO:
MAN, acá si tenemos problemas para definir esto. Cualquier político que empieza a tener su propia hinchada, es llamado populista. He visto a analistas políticos llamar populista a políticos moderados o pro establishment, como Obama, Macri, Hillary.
El termino populista se lo usa como insulto, aquel político que atrae a las masas ignorantes, pero también es usado como algo positivo, a aquel político que es popular entre la gente y electo por favorecer a la gente. Pero estas definiciones son ridículas, ¿no? ¿Cómo un político va a ser electo si no es atrayendo la mayor cantidad de votantes posibles? Ningún político va a decir “yo solo represento a la elite, los pobres que se caguen”.
Me puse a buscar en varias fuentes que se lo define como populismo, me encontré con bocha de artículos periodísticos, definiciones de diccionario, y demás, pero ninguna me dio una mejor caracterización más especifica que Santiago Ylarri hace sobre el populismo latinoamericano:
• Rechazo a los profesionales de la política: Se rechaza tanto a los académicos, como los analistas y los políticos con experiencia.
• Desconfianza en las instituciones públicas existentes: Es decir, anti establishment, oposición a la retórica que gobierna el país (si es que no gobiernan los populistas) y a la retórica internacional.
• Diálogo directo entre la dirección del movimiento y la base social.
• Fuerte voluntad de movilización y participación.
• Retórica nacionalista: El enemigo es el extranjero u otros países que planean la destrucción del Estado, junto con la colaboración de traidores de nuestro país.
• Liderazgo caudillista: Un líder carismático, invistiendo más poderes de los que le corresponden constitucionalmente, siendo apoyado por sectores populares.
También se suele usar como sinónimo de demagogia, la estrategia política de ganar votos por medio de promesas falsas, apelando a la gente con emociones y desinformación, y un uso y abuso de la propaganda política.
El populismo, como el nacionalismo, puede ser de derecha o izquierda, surgen figuras que usan distintas narrativas en su camino al poder. El referente de la derecha en nuestro continente es Donald Trump, mientras que la izquierda tiene en toda Latinoamérica sus raíces en la llamada ola rosada. Un surguimiento de movimientos democráticos socialistas en todo el continente, con una retórica anti EEUU y anti capitalismo.
NACIONALISMO:
Nacionalismo clásico (este término no existe, pero me parece útil para diferenciar el nacionalismo original del moderno) sea intencional o no, en algún momento, a fines del siglo 18, se hizo necesario tener garantizada la lealtad de los súbditos mediante “algo”. Desde nobles hasta revolucionarios, se dieron cuenta que era fácil garantizar la lealtad por medio de atributos que identificaran a una población con las causas de uno, también es un buen concepto para tener en cuenta si uno desea gobernar sobre una población: entre más homogénea, más fácil de hacer leyes considerando sus necesidades. Finalmente, con la introducción de una nueva clase gobernante o al menos influyente, los burgueses, existiría una reestructuración social y renovación de todas las instituciones (Algunos reyes empezaron a legislar y reglamentar el idioma, y a usar la religión no solo como entidad política, sino como entidad cultural unificadora)
El mejor ejemplo que tengo para explicarles fue el de Francia. Un monarca era sostenido en el poder porque era la voluntad de Dios. ¿Qué pasa cuando la voluntad de Dios que te gobierna, conspira con otros reyes para que invadan tu país y repriman tu revolución? Bueno, primero, obviamente, le cortamos la cabeza con una guillotina como gente civilizada que somos, segundo, instauramos una nueva razón por la cual debemos mantenernos unidos en defensa de la soberanía de nuestra nación de este Rey traidor de su pueblo y sus aliados. Se creó una bandera reemplazando el estandarte de la monarquía gobernante, un símbolo azul, blanco y rojo, representando así a todo el pueblo francés y su lema; libertad, igualdad y fraternidad. Esto no solo se vio reflejado en solo un trapito, sino que, si alguien se metía con Francia, no se metía con la Casa Real del Reino de Francia, pero con todos los habitantes del territorio francés, las guerras no la pelearían los caballeros de noble cuna, lo harían desde el más miserable de los campesinos hasta el más rico de los nobles. Napoleón famosamente presumiría de esto: “No pueden detenerme, gasto 30.000 vidas en un mes.”
Esto, junto con los movimientos filosóficos románticos, generara en todo el mundo las Naciones-Estado: Territorios delimitados, donde una población que comparte una identidad cultural, es gobernada por un mismo soberano.
Nacionalismo étnico: Algo que es necesario diferenciar, es que un Estado no es lo mismo que una nación. Dentro de un Estado podés tener distintos grupos étnicos que se sienten identificados solo entre ellos, y no con el resto del país. Por ejemplo: las diversas naciones que se encuentran en España (vascos, catalanes, gallegos, aragonés) o en nuestro país que tenemos la nación mapuche.
Los bolivianos decidieron tomar en consideración sus diferentes nacionalidades y constituirse como un Estado Plurinacional (un estado descentralizado y culturalmente heterogéneo, que concede cierto tipo de autonomía y representación a cada nación)
Otros, como yo diría el nuestro, alienta la homogeneización de las etnias por medio de la aculturación, el mestizaje, y básicamente ignorando las diferencias. Esto se le llama Crisol de razas o de etnias. Esto lleva a configurar un tipo distinto de nacionalismo, donde la nación lo compone todos los que la habitan, sean de la etnia que sean
Nota: crisol es el recipiente donde se funden y mezclan los metales.
Lo contrario al crisol de etnias, es el mosaico, esto sucede cuando no se produce la homogeneización, viviendo en armonía, pero sin mezclarse.
Hasta acá di ejemplos de cómo en países modernos pueden convivir diferentes etnias en relativa paz social. Sin embargo, en el siglo pasado y este, distintos Estados han tenido sus etnias enfrentadas unas contra otras, bajo el argumento de ser oprimidas por otra etnia dentro de un mismo Estado, y no hablo solo de catalanes buscando independizarse por un referéndum, sino de verdaderas crisis y genocidios.
Alemania: Hitler llego al poder usando de argumento la opresión que el verdadero pueblo alemán sufría, y esto llevo a que… bueno, no hace falta que les cuente que fue La Solución Final, ¿no? Posteriormente anexó partes de Checoslovaquia para proteger a las minorías germánicas habitando en ese país. Esta búsqueda de consolidación del pueblo germánico, que superaba las fronteras del Estado Alemán, se lo llama pangermanismo. El lema usado por Hitler era “Una Nación, un Pueblo, un Líder”, es decir, el Estado Alemán, sería sinónimo de la nación alemana, y todos gobernados por el mismo e indiscutido líder.
Ruanda: Cuando los belgas colonizaron Ruanda, se encontraron con tres tribus. Pero las que nos importan acá eran los tutsis y los hutus (la tercera tribu eran los twa). Mucho no difieren entre estas tres etnias, los tres hablan la misma lengua, y producto de la colonización, la misma religión (catolicismo). Según algunos académicos, los tutsis y los hutus no son ni siquiera distintos pueblos, sino una especie de castas, pero los belgas les llevaron la noción de que los tutsis eran superiores, y ellos debían estar a cargo, a pesar de que eran una minoría… cuando los belgas se fueron y su gobierno paso a ser democrático, la mayoría hutu decidió que, en represalia, se debía matar a todos los tutsis. El gobierno ordeno que cada hutu debía salir con palos cubiertos de clavos, a matar a todos los tutsis vecinos que tuvieras, y de no hacerlo, te matarían a vos a tu familia. Esto llevo al gran genocidio ruandés.
Yugoslavia: Este es un caso realmente interesante, porque fue un quilombo de “subnacionalidades”.
Por si no se acuerdan de la existencia de este país, o nacieron después de su caída, antes existía un Estado Federal Socialista en la península balcánica llamado Yugoslavia. ¿Porque dije subnacionalidades? Porque las distintas naciones de Yugoslavia eran todos eslavos. No que son de solo de Eslovenia, sino que pertenecen al grupo étnico al cual pertenecen muchos otros países, como Rusia, Ucrania, Polonia, República Checa, Bielorrusia, Bulgaria, Eslovaquia, y las distintas naciones de Yugoslavia. Y en Yugoslavia, tenías las repúblicas socialistas de Bosnia y Herzegovina, Croacia, Eslovenia, Macedonia, Montenegro y Serbia, algunos de ellos tenían distinto idioma y distinta religión (católicos apostólicos romanos, católicos ortodoxos y musulmanes). Se mantenían unidos gracias a un poderoso líder llamado Josip Broz, alias “Tito”, que, si bien era socialista, no se llevaba bien con el Kremlin (era tan macho, que amenazo a Stalin de que, si le seguían tratando de mandar asesinos, el mismo iba a mandar uno, y solo le bastaría con ese para hacerlo)
No se sabe si es verdad, pero se le atribuye a Tito la frase: “Soy el líder de un país que tiene dos alfabetos, tres lenguas, cuatro religiones, cinco nacionalidades, seis repúblicas, rodeada de siete vecinos y un país donde viven 8 minorías étnicas.”
Como esperaran, o se acordaran, una vez que Tito murió, todo se desintegro, y fueron luchas entre distintas naciones para preservar su identidad nacional en contra de los serbios que querían mantener la colapsada Yugoslavia, hubo crímenes de guerra, genocidio, todo.
¿Se acuerdan que en el 2006, Argentina jugo contra Serbia y Montenegro? “La selección de Serbia y Montenegro es, hasta el momento, el único equipo que ha participado en la fase final de la Copa Mundial de Fútbol representando a un país inexistente. Tras la independencia de Montenegro el 3 de junio, Serbia declaró la disolución oficial de la unión de Serbia y Montenegro el 5 de junio de 2006, cuatro días antes del inicio del torneo. Por disposiciones de la FIFA, sin embargo, el equipo debió mantener su denominación.”
Ahora mismo hacen lo que sea para mantener a Kosovo dentro de su poder soberano, a pesar de que EEUU y la Unión Europea reconocen a Kosovo como nación independiente.
Medio Oriente: Cuando el Imperio otomano colapso en la primera guerra mundial, Gran Bretaña y Francia dividieron el imperio en protectorados temporales, prometiendo la formación de distintos Estados. La delimitación de fronteras fue… arbitraria, hecha con regla sobre un mapa. ¿Qué paso cuando se formaron los Estados? Sunníes vs. chiitas, kurdos vs. Turcos, iraníes, iraquíes y sirios, palestinos vs. israelitas, monarquías vs. Teocracias. Un dolor de pija para todos, que daría para otro thread solo para explicar toda esta situación.
Actualmente: Tenemos varios movimientos nacionalistas, la mayoría propone la secesión de su nación del Estado: Los kurdos, catalanes, mapuches, escoceses y vénetos son los movimientos más trascendentes de estos años.
No pretendo ponerme a criticar las ideologías que explico, pero me gusta mucho esta crítica hecha por Karl Popper:
"Pues el supremo absurdo del principio de la autodeterminación nacional es evidente para todo el que dedique un momento a reflexionar en él. Ese principio equivale a sostener que cada Estado debe ser una nación-Estado: que debe estar limitado dentro de una frontera natural, y que esta frontera debe coincidir con la ubicación de un grupo étnico; de modo que debe ser el grupo étnico, la "nación", el que determine y proteja los límites naturales del Estado. Pero las naciones-Estados de esta especie no existen. Aun Islandia, la única excepción en la que puedo pensar, sólo es una excepción aparente. Pues sus límites están determinados, no por su grupo étnico, sino por el Atlántico Norte, así como están protegidos, no por la nación islandesa, sino por el Tratado del Atlántico Norte. Las naciones-Estados no existen, simplemente porque no existen las llamadas "naciones" o "pueblos" en los que sueñan los nacionalistas. No hay ningún, o casi ningún, grupo étnico homogéneo asentado desde hace largo tiempo en países con fronteras naturales. Los grupos étnicos y lingüísticos (los dialectos a menudo son barreras lingüísticas) están entremezclados inextricablemente en todas partes. La Checoslovaquia de Masaryk se fundó en el principio de la autodeterminación nacional. Pero tan pronto como fue fundada, los eslovacos exigieron, en nombre de ese principio, la liberación de la dominación checa; y finalmente fue destruida por su minoría alemana, en nombre del mismo principio. Situaciones similares han surgido prácticamente en todos los casos en los que se ha usado el principio de autodeterminación para fijar los límites de un nuevo Estado: en Irlanda, en la India, en Israel, en Yugoslavia, etc. Hay minorías étnicas en todas partes. "Liberarlas" a todas ellas no puede constituir un objetivo adecuado; más bien, el propósito debe ser protegerlas a todas. La opresión de los grupos nacionales es un gran mal; pero la autodeterminación nacional no es un remedio factible. Además, Gran Bretaña, los Estados Unidos, Canadá y Suiza son cuatro ejemplos obvios de Estados que violan, en muchos aspectos, el principio de las nacionalidades. En lugar de determinar sus límites por grupos étnicos, cada uno de esos países se las ha arreglado para unir varios grupos étnicos."
Karl Popper, 'La Historia de nuestro Tiempo', en 'Conjeturas y refutaciones'.
Nacionalismo económico: Finalmente, tenemos el nacionalismo económico, que consiste en políticas de Estado de proteccionismo a favor de empresas originarias de un Estado. Por medio de subsidios a las empresas y aranceles impositivos contra importaciones, un Estado promueve una agenda nacionalista que pone énfasis en la industria nacional.
Esto es en contraposición al globalismo económico, la tendencia que tiene el capitalismo moderno de favorecer a cualquier empresa del mundo que pueda proporcionar costos más baratos y/o de mejor calidad. Como por ejemplo la manufactura barata China y del sudeste asiático (no cuesta mucho hacer un par de jeans cuando le pagas solo dos pesos a un menor de edad en un país con pocas libertades sociales) o la tecnología alemana o coreana.
El nacionalismo hoy en día puede abogar por ambas cosas, por la protección y unidad de una nación, y por el proteccionismo económico, o solo una de ellas. Donald Trump, Nigel Farage, Marine le Pen, Frauke Petry, Peron, los Kirchner, Hitler, Mussolini, Tito, Carles Puigdemont, Bernie Sanders de izquierda a derecha, liberales y autoritarios, podemos encontrar distintos nacionalismos, en distintos grados, con sus propias particularidades. Usualmente se oponen a los Tratados de libre comercio entre las naciones, y son cautelosos con los bloques económicos (Euroescepticismo en la Unión Europea).
¿Qué diferencia hay entre nacionalismo y patriotismo?
Patriotismo no es una ideología, es simplemente la filosofía de apego e identificación de una persona con la tierra de donde uno viene. Uno puede ser patriota y creer en cualquier ideología política o teoría económica, no se da lo mismo con el nacionalismo. Ejemplo: Puedo ser patriota y oponerme al proteccionismo económico y promover la inmigración a nuestro país.
TOTALITARISMO y AUTOCRACIA:
Totalitarismo no es necesariamente un sinónimo de fascismo o autoritarismo. Totalitarismo implica que existe un partido, un grupo de personas o alguien, que tiene en su figura todos los poderes (ejecutivo, legislativo y judicial) y lo utiliza para controlar todos los aspectos dentro de una sociedad acorde a su ideología.
Una monarquía absoluta o una dictadura son ejemplos de una autocracia, teniendo también el monopolio del poder político, pero no necesariamente es un gobierno totalitario, siempre y cuando no tengan una policía secreta o por medio de la legislación, limiten las libertades civiles de la población.
Según Carl Friedrich y Brzezinski (tuve que buscar el nombre de este último) dicen que un sistema totalitario tiene las siguientes características
-Monopolio de las armas y los medios de comunicación.
-Dirección central y control de la economía
-Terrorismo de Estado
-Una ideología elaborada
-Un solo partido, liderado por un dictador o caudillo.
Con esto, absolutamente todos los grandes autócratas de la historia entran en esta definición: Mao, Mussolini, Stalin, Hitler… Podríamos discutir incluso varias figuras nacionales, como la Dictadura Militar o Juan Manuel de Rosas, pero eso se lo dejo a ustedes, have fun.
INTERNACIONALISMO
Básicamente la idea es intervenir, de manera directa o indirecta en otros países, a fin de cambiar la ideología del país intervenido. Es una idea nacida del socialismo, que como explique, busca llevar la revolución a todas las partes del mundo; pero también presente en ideologías de centro y de derecha, como es el excepcionalísimo americano (la idea de que Estados Unidos es la policía del mundo, y que está facultada para invadir e intervenir en otros países para llevar FREEEDOOOM). Otros ejemplos no tan invasivos pueden ser las organizaciones internacionales, como la Organización de los Estados Americanos siendo la misma creada para evitar la expansión del comunismo en América. Por otra parte, la Unión Europea y el Mercosur suelen poner sanciones y excluir de sus acuerdos a aquellos países que no respeten los principios del liberalismo o la democracia occidental.
IMPERIALISMO
Otro concepto que tiene mas de un significado. El original es lo que supongo todos sabran, una nación expandiéndose haciendo uso de sus fuerzas militares para hacerlo. Aca va todo Imperio que estudiamos en la escuela.
La justificación para la creación de un Imperio puede ser meramente la obtención de nuevas tierras y recursos porque si. Esto no se da mas hoy en dia porque queda mal tomar cosas de otro sin pedir permiso. Por eso poco a poco, los países que tenían colonias tan lejos de sus territorios, fueron perdiendo su poder sobre ellas, poniendo fin al colonialismo.
Así que los Estados tuvieron que buscar otras excusas para expandir sus territorios. Una de ellas es el irredentismo, la idea de que se debe anexar X territorio por cuestiones históricas, culturales o raciales.
Existe por ejemplo el irredentismo argentino con la Antartida, las Islas Malvinas, Georgia y Sándwich del Sur. Tambien de los territorios cedidos a Chile (Picton, Nueva, Lennox) Descubri investigando esto que el irredentismo argentino se extiende hasta toda la Patagonia chilena, y los territorios que una vez fueron parte del Virreinato del Rio de la Plata, como Paraguay, Uruguay y parte de Bolivia y Brasil. Se imaginan eso? Capaz seria al pedo, ya somos el 8 país más grande del mundo y seguimos sin saber explotar nuestros recursos y estamos enormemente despoblados.
Con el ejemplo anterior, se darán cuenta que no se necesita un emperador para ser imperialista. Y ahí vamos con el concepto más moderno, el imperialismo económico. Y acá entra todo lo que algún amigo zurdo les habrá dicho alguna vez, un país interviniendo por medios económicos, en la política de otro.
Tambien existe lo llamado Imperialismo cultural. Es decir, cuando un pais replica su cultura en otras partes del mundo a tal punto de reemplazar la cultura del pais huésped. Aunque Estados Unidos sea el mejor ejemplo de ello, se han dado cuenta que de todas maneras EEUU es el pais mas “raro” en muchos sentidos? Usan otro sistema para contar la fecha, la temperatura, las medidas, capacidades, hasta para nombrar al deporte mas popular del mundo son unas parias.
GLOBALISMO
Aunque en su mayoría los que abogan por esta ideología es la centro derecha o la derecha liberal, me parece necesario explicarla ya que la mencione cuando explique nacionalismo. Básicamente, libre comercio entre las naciones; fundamentado en la eficacia y baratos costos. Esto es apoyado también por bloques económicos, que buscan eliminar las fronteras entre las naciones, tanto impositivas, como legislativas, sociales y culturales. Esta ideología suele estar ligado con el multiculturalismo, la idea de la convivencia pacífica entre distintas culturas.
Una ideología que se desprende del globalismo, es el COSMOPOLISMO, la idea de que todos los seres humanos de la tierra formamos parte de una comunidad, y en lo ideal, deberíamos abogar por un gobierno democrático mundial, con una moral universal para todos los habitantes de la tierra. Una idea como esta ha sido sostenida por Albert Einstein, Albert Camus y Bertrand Russell.
Fun fact: Albert Einstein apoyaba la idea de un gobierno socialista federal mundial
La idea de la moral universal es algo que está basado en las muchas ideas de la construcción de la moral. Podría hablarles si les interesa de la filosofía de la ética en otro post.
FORMAS DE GOBIERNO:
Unitarios, Federales y Confederados: No requiere mucha explicación para nosotros los argentinos, ¿no?
Unitarismos: Existe un gobierno central absoluto que gobierna de manera directa sobre todo un territorio. Este sistema funciona en países chicos o con poca población. Básicamente, si una provincia nuestra se separara y formara su propio país, lo más probable es que adopte un sistema unitario para gobernarse ya que no tiene tanto que gobernar. Estoy hablando de vos, Banda Oriental
Federalismo: Existen distintas regiones con su gobierno autónomo, pudiendo tener sus propias leyes, poderes ejecutivos, legislativos y judiciales, y hasta su propia constitución, pero siempre con un gobierno superior que gobierna por encima de los mismos, imponiendo leyes, una constitución y hasta interviniendo en los integrantes de esta unión cuando sea conveniente.
Por alguna que otra razón, esas regiones tienen distintos nombres a pesar de que sean básicamente lo mismo: provincias (Argentina) estados (EEUU) estados federados (Alemania) emiratos (Emiratos Árabes Unidos) zonas (Nepal) cantones (Suiza) y más.
Es un lio de nombres, y en un mismo país puede encontrarse diferentes regiones con diferentes grados de autonomía. Rusia, por ejemplo, tiene 46 óblasts, 3 ciudades federales, 22 republicas, 9 kais, 1 óblast autónomo y 4 distritos federales. Fucking commies.
El federalismo supone en un principio la descentralización, y para ello el Gobierno Federal subroga facultades a sus miembros, pero a su vez, permite que los miembros tengan cierta manera de controlar al gobierno federal por medio de cámaras legislativas, compuesta por representantes de las entidades federales. En nuestro caso, la cámara de senadores representa a las provincias, mientras que la cámara de diputados representa a los argentinos.
Confederación: Esta idea supone que no existe un gobierno Federal, solo una representación de los miembros de la federación ante los otros países.
Argentina llego a serlo en un momento, cuando cada provincia tenía su propio gobierno, su propio ejército, su propia moneda y su propia constitución, además, desobedeciendo completamente al gobierno de Buenos Aires.
La Confederación Helvética (Suiza) no es una confederación tampoco hoy en día, porque sigue teniendo un gobierno federal.
Lo más cercano que tenemos hoy en día a una confederación, es la Unión Europea, aunque es discutible.
https://www.youtube.com/watch?v=_lj127TKu4Q
REPÚBLICA Y MONARQUÍA:
Primero aclaro que existe una diferencia entre Jefe de Estado y Jefe de Gobierno. El Jefe de Estado es quien representa al país ante naciones extranjeras y es responsable del país. El Jefe de Gobierno lidera el poder ejecutivo y la administración del Estado. Les parecerá que es la misma cosa, siendo que, en nuestro país, y en todas las repúblicas presidencialistas, el presidente es las dos cosas al mismo tiempo.
República: su concepto moderno de hoy en día, es aquel gobierno que es una cuestión del pueblo, y, por lo tanto, elegido de manera usualmente de manera democrática, ya sea indirecta (el pueblo gobierna a través de sus representantes) o directa (el pueblo gobierna sin ellos). Puede que una república sea unipartidista, como es el caso de China, donde el partido elige a los candidatos.
República suele ser usada para describir más conceptos, como la igualdad ante la ley y la división de poderes, que en las monarquías no solía suceder.
Una república puede ser parlamentaria, presidencialista o semipresidencialista.
Un sistema presidencialista es el que tenemos. La gente elige a un presidente, que como dije, es el jefe de Estado y Gobierno.
En un sistema semipresidencialista, el jefe de Gobierno (primer ministro) es electo por el parlamento, mientras que el jefe de Estado (presidente) es electo por el pueblo. Existe entonces un gobierno bicéfalo, donde ambos comparten autoridad. Aunque suele suceder en la realidad que una figura subroga su poder a la otra. Gobiernos semipresidencialistas son los de Francia y Rusia por ejemplo.
El sistema parlamentarista tiene un primer ministro, una figura que es electa por el parlamento. El parlamento es un cuerpo legislativo que elige al primer ministro
Monarquía: El jefe de Estado gobierna de manera vitalicia, de manera unipersonal y es designado por un proceso no democrático. Existen distintos tipos de monarquías, no todas son iguales.
Una absoluta es aquella donde el monarca tiene en su persona investida los tres poderes, como es el caso de Arabia Saudita.
En una monarquía constitucional, el monarca solo tiene sus límites configurados por una carta magna o constitución. El monarca puede o no tener investida la figura del poder ejecutivo. En Marruecos el monarca es el jefe del poder ejecutivo, mientras que en casi todas las monarquías europeas no pasa esto, sino que hay una monarquía parlamentaria, donde el primer ministro es el Jefe de Gobierno, y el monarca es el Jefe de Estado.
No necesariamente un monarca es constituido por herencia, sino que, en algunos casos, es electo. El mismo se da en la Ciudad del Vaticano, donde el Papa es un monarca absoluto elegido por un cónclave.
ANEXO: Términos de origen griego adicionales que no requieren mucha mayor explicación.
Adhocracia: Ausencia de jerarquías. Como oposición también a una burocracia.
Androcracia: Gobiernan hombres. Patriarquia implica que existe un poder jerárquico superior de hombres hacia mujeres.
Anocracia: Gobierno inestable e ineficaz. Un mix entre una democracia y una autocracia.
Aristocracia: Gobierno de los mejores. En la antigüedad los mejores eran los más sabios, ricos y poderosos, pero actualmente solo significa las últimas dos cosas.
Bancocracia: Gobierno de entidades financieras.
Cibercracia: Gobierno a través del uso eficaz de la información.
Cientocracia: Políticas publicas basadas en la ciencia.
Cleptocracia: Gobierno de ladrones.
Criptarquía: Gobierno secreto u oculto.
Critarquía: Gobierno de los jueces.
Demarquía: Gobierno por ciudadanos elegidos aleatoriamente.
Diarquía: Gobierno de dos personas. (Triunvirato seria con tres personas, Tetrarquía cuatro, y mas o menos así en adelante)
Estratocracia: Gobierno donde el ejército y la política es la misma cosa. No es una dictadura militar, sino, por ejemplo, el gobierno británico de Chipre.
Etnocracia: Gobierno por un grupo étnico dominante
Futarquia: Gobierno en la que las decisiones de las autoridades podrían estar sometidas a los mercados de apuestas, que tienen mayor capacidad de agregar información.
Gerontocracia: Gobierno de los ancianos.
Gynecocracia: Gobiernan mujeres. Matriarquia implica que existe un poder jerárquico superior de mujeres hacia hombres.
Ideocracia: Gobierno erigido en base a una ideología o filosofía que rige todos los aspectos de la vida de la sociedad.
Isocracia: Gobierno de los iguales
Kakocracia/cacocracia: Gobierno de los peores o Gobierno de ladrones. Así es, “caco” es un nombre griego, de un demonio malvado.
Kratocracia: Gobierno de los fuertes
Logocracia: Gobierno de la razón y las leyes.
Meritrocracia: Gobierno de los más hábiles y talentosos.
Monocracia: Gobierno de una persona.
Netocracia: Gobierno de aquellos que tienen su poder basado en sus habilidades tecnológicas y de networking.
Noocracia: Gobierno en vista del desarrollo de la mente humana
Oclocracia: Gobierno demagogo, de la muchedumbre.
Oligarquia: Gobierno de unos pocos que gobiernan para sus intereses.
Panarquismo: propone que todo individuo para unirse o separarse libremente de la jurisdicción de cualquier Gobierno que elijan, sin ser forzados a abandonar el lugar donde viven.
Partitocracia: Gobierno burócrata de partidos políticos.
Plutocracia: Gobierno de los más ricos de una sociedad.
Pornocracia: Gobierno de las prostitutas. Tu vieja
Sofocracia: Gobierno de los sabios o filósofos.
Tecnocracia: Gobierno de los técnicos.
Teocracia: Gobierno erigido por mandato divino.
Timocracia: Gobierno donde solo pueden participar los dueños de terrenos.
Vetocracia: Situación en la que un gobierno no puede progresar porque su oposición no los deja gobernar.
Videocracia: Gobierno a través de las imágenes.
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2016.12.11 20:03 felipustero Un dúo fraudulento: organizaciones "humanitarias" y medios de comunicación.

La página web Moon of Alabama 1 nos decía el 27 de febrero de este año 2015 que la organización Human Rights Watch, una supuesta, aunque no real, organización humanitaria, había protagonizado una campaña de propaganda sectaria antisiria. Y es cierto esto que dice, pues Human Rights Watch (HRW) no solo no ha contado lo que realmente ocurría en Siria, sino que ha llevado a cabo campañas de falsificación premeditadas con fines nada honestos. Aquí tienen la que hizo sobre el ataque con armas químicas de Gouta en agosto de 2013, que fue llevado a cabo por mercenarios islamistas impulsados y apoyados por las potencias occidentales y sus dictaduras socias del Golfo con el propósito de culpar de ello al Gobierno sirio y así tener la excusa para una intervención militar exterior, que es lo que realmente se buscaba. Tal y como se hizo en Libia. Esta es su vergonzosa y deplorable actuación:
Human Rights Watch y el ataque químico sobre Siria
Ahora, HRW, nos habla de los supuestos ataques a la población civil con "bombas de barril" por parte del Gobierno sirio. Curiosa chapuza sería esta, la utilización de "barriles bomba", cuando hay medios mucho más destructivos y eficaces que esta vieja arma que sí utilizaba el Ejército estadounidense en sus guerras coloniales, como la llevada a cabo en Vietnam. Curioso es también que el Ejército sirio esté siendo apoyado de una forma como en pocos lugares verán por su propia población y gracias a ello Siria sigue resistiendo ese ataque de batallaones mercenarios con apoyo internacional. No les extrañe que HRW no dé ni muestre ninguna prueba de lo que afirma. Es más, lo que afirma es claramente falso. Como este mensaje enviado por Twitter:
Según HRW el Gobierno sirio lanza bombas de barril sobre esa ciudad de Siria (Kobane), a pesar de la prohibición. Cita al New York Times como fuente de su aseveración. Pero resulta que el propio New York Times publicó esa misma imagen el 12 de febrero de 2015, la organización "humanitaria" lo hizo por twitter el 26, e indicaba que: La ciudad predominantemente kurda de Kobane está devastada después de meses bajo asedio por las fuerzas islamistas y ataques aéreos por la coalición dirigida por Estados Unidos. 2 Aquí tienen la imagen publicada por el New York Times:
Resulta, pues, que no era el Gobierno sirio quien bombardeó y destruyó la ciudad, sino que fueron los mercenarios islamistas y las propias fuerzas militares occidentales. Human Rights Watch queda así al desnudo, una jugosa campaña que tenían preparada para ser difundida resulta que se vuelve en contra como un boomerang, porque tiene los actores contrarios, actores a los que no denunciará HRW. Human Rights Watch lo que sí ha hecho es borrar su tweet, como tantas veces hacen este tipo de organizaciones "humanitarias" cuando son desenmascaradas y pilladas en esta tenebrosa propaganda. Pero esta falsificación no es algo aislado, así tenemos al mismo New York Times que en otro artículo posterior, del 24 de febrero de 2015, hace referencia a un informe fraudulento de HRW de ese martes 24 como fuente de información 4, donde se habla también de ficticios ataques, también con "bombas de barril", sobre Alepo. Veremos como HRW vuelve a insistir sobre esto en mayo y, de nuevo, vuelve a utilizar información y fotos fraudulentas. Para rizar el rizo ya superrizado del fraude, HRW hace mención a ese artículo del New York Times, el que había tomado como referencia su informe también falso, para dar validez a la ya refalsificada falsificación. Si vamos a la "información" comentada de HRW de mayo, del 8 de mayo, sobre Alepo, vemos que utiliza otra vez falsamente una foto, en este caso de Gaza (Palestina), para lanzar acusaciones de bombardeos protagonizados por Assad, el presidente sirio. 5
Imagen del bombardeo a Gaza de julio y agosto de 2014 para acusar al Gobierno de Siria. 5
Denuncia de Adam Johnson, de FAIR.org, a Human Rights Watch por tratar "de pasar los crímenes del Ejército de Israel como bombas de barril de Assad".
Realmente esto es tan malo, como dice HRW en su tweet, pero malo, muy malo, protagonizado por Israel contra los palestinos. Ante estas matanzas reales contra la población civil realizándolas de forma deliberada, ante el genocidio de Israel contra los habitantes de Palestina la postura de HRW, como la de Amnistía Internacional, es completamente diferente, no solo equipara a agresor y víctima, sino que justifica la actuación de Israel y condena en mucho mayor grado a los palestinos. No verán tampoco que pretenda llevar por crímenes contra la humanidad a los dirigentes del Estado de Israel a ninguna corte penal. Ver el siguiente informe para ver este parcial, disparatado e injusto comportamiento de estas organizaciones que se preocupan poco por los derechos humanos y la justicia:
La falta de honestidad de Amnistía Internacional ante el conflicto en Palestina. Tras esta denuncia sobre la falsificación de la foto de Gaza y ante la indignación de la gente que fue conocedora del hecho, vino una supuesta "rectificación". Kennet Roth, director de HRW, tuvo que decir que sí, que aquella foto que ellos habían manipulado era de Gaza, pero para "demostrar" su aseveración de que Assad bombardea con esas imaginarias "bombas de barril", puso una foto del mismo Alepo. Sin embargo, resulta que la foto que mostró Roth corresponde a un barrio de Alepo bombardeado por los islamistas mercenarios, al permanecer ese barrio fiel al presidente sirio Bashar Al Assad.
Kennet Roth, director de HRW, de nuevo llevando a cabo una falsificación sobre Aleppo, cambiando el sentido y la realidad de una imagen de AFP.
Imagen de AFP sobre el barrio de Hamidiyeh en Alepo que resistía el ataque de los islamistas.
Esto decía AFP: Una vista general muestra la destrucción en el vecindario de Hamidiyeh de la ciudad siria norteña de Alepo, mientras los luchadores del comité local, que apoyan a las fuerzas del Gobierno sirio, tratan de defender el tradicional distrito cristiano en el tercer día de intensas batallas con yihadistas de la organización del Estado Islámico el 9 de abril de 2015. AFP photo. George Oufalian. http://www.gettyimages.co.uk/ La estrategia del engaño a la población utilizando la excusa humanitaria ya es habitual y antigua, las organizaciones humanitarias preparan informaciones no contrastadas o sencillamente fabuladas a propósito y los medios de comunicación hacen de caja de resonancia mostrando que si una organización humanitaria lo dice debe de tener credibilidad y veracidad, la población occidental se lo cree todo y después viene la guerra de agresión. Esto hizo el diario español El País el 10 de septiembre de 2013, un medio que claramente apoya a los islamistas vinculados o pertenecientes a Al Qaeda y la guerra de agresión colonial contra Siria. Ver este enlace: El periodismo al servicio del dinero. Esto decían:
"HRW acusa a El Asad de estar detrás del ataque químico en Damasco". "Es la primera organización no afiliada a ningún bando que afirma la responsabilidad del régimen sirio en el uso del gas tóxico".
No obstante, ya hemos visto el informe fraudulento que elaboró Human Rights Watch sobre el ataque químico de septiembre de 2013: HRW Acusa al ejército sirio del ataque químico El 11 de septiembre, un día después de que el informe de HRW fuese publicado, el Equipo de Apoyo Internacional para Mussalaha [ISTEAMS] en Siria publicó su singular e importante análisis de la documentación propuesta por la inteligencia de EE.UU. Habiendo analizado cuidadosamente y concienzudamente los datos, incluyendo un número de imágenes publicadas además en el informe de Bouckaert, el estudio descubrió no solo manipulación generalizada de las pruebas, sino en la tradición de la BBC reportando en Siria, descubrieron que fotografías de las víctimas en El Cairo habían sido descritas como víctimas de un ataque químico en Siria. Este estudio preliminar concluye que ha habido manipulaciones groseras de los medios de comunicación y pide una Comisión Internacional independiente y no parcial para identificar a los niños que fueron asesinados e intenta encontrar la verdad del caso. Este escritor no ha visto ningún documento de HRW que se refiera al estudio de ISTEAMS. 6, 7 Informe completo en el artículo ya indicado: Human Rights Watch y el ataque químico sobre Siria
También vimos este discurso de los medios de comunicación utilizando a las organizaciones "humanitarias", como aquí también a Amnistía Internacional, hace bien poco en Libia, inventándose unos hechos que serían utilizados para acusar a Muamar al Gadafi de atacar a su propia población, denunciando que estaba provocando una verdadera matanza entre su gente, para así disponer a la población occidental al ataque militar extranjero sobre este país. "Las organizaciones de derechos humanos Human Rights Watch y Amnistía Internacional están actuando de portavoz de lo que ocurre en el país, bajo un régimen dictatorial desde hace 42 años. HRW maneja la única cifra con cierta vitola de oficialidad: 233 muertos y un millar de heridos. Pero la cifra podría ser más alta. Fuentes de un hospital de Bengasi han asegurado a Reuters que, sólo en ese centro sanitario, son más de 300 los fallecidos y la FIDH ha dicho que la cifra de muertos se sitúa entre los 300 y los 400". Fuente: Los medios de comunicación y la guerra en Libia.
Amnistía Internacional y los medios de comunicación harían lo mismo en Siria. El diario El Mundo afirmaba de forma dramática sobre el destino de una joven, según denuncia de Amnistía Internacional:
Zeinab al-Hosni: decapitada, mutilada y despellejada en una cárcel Siria. 8 Un medio alternativo mostraba el embuste de las organizaciones "humanitarias" y sus socios. Amnistía Internacional y Human Rights Watch denunciaron que había sido torturada y decapitada por las autoridades de su país, y rápidamente se convirtió en “símbolo de la resistencia contra Al Assad”. Pero, poco después, la joven apareció viva y en perfecto estado de salud en la televisión pública siria. Zainab al Hosni apareció en la televisión siria para desmentir “la noticia” de su muerte. Así, desmintió la noticia de su muerte a manos de las fuerzas armadas. “Estoy viva —anunció. Son los canales internacionales de televisión los que mienten”. Los diarios españoles El Mundo y La Vanguardia se habían hecho eco del supuesto asesinato. El primero reprodujo un cable de Reuters titulado: Zainab al Hosni: decapitada, mutilada y despellejada en una cárcel siria. 9 No es extraño que un lector indignado lo expresase en los comentarios a este artículo de esta forma tan directa: Olé por la prensa tan parcial de Occidente y entre ella España así se falsean las noticias y luego dirán porque se dejan de comprar los periódicos y se leen las noticias por Internet, para leer mentiras me entero por medios serios como esta página web. De traca habría que poner a los medios de comunicaciones nacionales como nombre reyes de la trola y la mentira. 9 Esta asociación entre organizaciones "humanitarias" y medios de comunicación, todos ellos al servicio de los intereses políticos y económicos de las corporaciones industriales y financieras, y no al servicio de los derechos humanos y del periodismo, constituye un trágico y terrible bucle de engaño y falsificación, donde se retroalimentan las propias falsedades interesadas. Una mentira se basa en otra mentira y todo el edificio de los informes y artículos de los medios de comunicación y de las organizaciones "humanitarias" constituye un castillo de naipes que se derrumba simplemente al mostrar, con facilidad, como se cae todo con demostrar unos simples hechos. Cuando no se tiene ninguna vergüenza ni dignidad, como no la tienen estas organizaciones "humanitarias" y "periodísticas" al servicio corporativo, se hacen este tipo de cosas tan vergonzosas para cualquier persona con un poco de dignidad humana. En sus manos está el parar e inutilizar esta fuente de engaño, sufrimiento, destrucción y violencia utilizada para explotar, dañar y aniquilar a otros seres humanos, personas como ustedes, que viven en otras partes de este planeta, tan suyo como de ustedes. No deberían mirar hacia otro lado ante lo que está ocurriendo.
http://miguel-esposiblelapaz.blogspot.com.es/2015/05/un-fraudulento-duo-organizaciones.html
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2016.08.22 11:41 racortmen ''Se dispara el número de judíos dedicados solo al estudio de la Torá'', supongo que es para no ir al ejercito.

http://www.publico.es/internacional/dispara-numero-judios-dedicados-al.html
''Se dispara el número de judíos dedicados solo al estudio de la Torá'', son los textos bíblicos en los que se basa el judaísmo; yo desconfió de tanta ''religiosidad'', y como resulta que estos creo no van al ejercito pues ya tenemos un motivo.
A menudo enseguida alguien sale con lo del ''antisemitismo'', los palestinos también son semitas, es un argumento victimista que saben emplearlo muy bien con la complacencia de los medios periodísticos que por cierto son suyos, de los políticos y banqueros mejor ni hablar; estamos hablando del ''sionismo'', Israel esta empleando una premeditada planificación de acoso al pueblo palestino, de su exterminio, derribándoles casas, ocupando el territorio y construyendo muros siempre a su favor.
Poco aprendieron del Holocausto nazi desde luego; una cosa deberían saber, un pueblo no puede permanecer permanentemente en estado de alerta, es una fabrica de sicopatías de todo tipo.
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EL JUDAISMO
Unos cuantos enlaces históricos:
Las fuerzas de seguridad de Israel abusan de la fuerza con niños palestinos
http://www.publico.es/internacional/fuerzas-seguridad-israel-abusan-fuerza.html
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Israel endurece las penas para los lanzadores de piedras con hasta 20 años de cárcel
http://www.eldiario.es/desalambre/Israel-establece-carcel-lanzadores-piedras_0_411559067.html
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GAZA UN AÑO DESPUES
http://www.publico.es/internacional/gaza-ano-despues-guerra-ruinas.html
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La UE sigue indiferente ante el inhumano saqueo del agua de los palestinos por parte de Israel
http://www.publico.es/internacional/ue-no-actua-saqueo-del.html
El papanatismo de Peridis
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Israel detiene un barco de la flotilla internacional
http://internacional.elpais.com/internacional/2015/06/29/actualidad/1435561204_105541.html
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Algunas consideraciones:
1.-El judaísmo es una religión no? entonces que une a los judíos la religión solo? pues el mundo está lleno de cristianos que no están unidos, ni piensan igual ni pertenecen al mismo país ni siquiera hablan el mismo idioma y desde luego no creen ser el pueblo elegido ni creerse superiores a otros, y una pregunta, que es el sionismo entonces? no creen que ya es hora de dejar las lamentaciones CINICAS de pueblo perseguido y convivir con el vecino palestino? Porque si un día el ''amigo'' yanqui les abandonan no quedara piedra sobre piedra en Israel, así que aprendan a convivir en paz sin humillar a nadie. Si profesan una religión y son semitas como los palestinos, solo les une la religión?, que tiene que ver un ortodoxo con un judío laico argentino?
Tener pasaporte israelí es como darte una condecoración, si eso implica servilismo será por la pasta, todo por la pasta, hoy el verdadero dios es la pasta, lo demás no cuenta, esos que gobiernan allí se han dejado comprar por la pasta, como estos de aquí, como todos.
………………………………………………………
2.-. Los palestinos están siendo tratados peor que la población judía durante la guerra europea llamada 2da mundial. Cualquier país del mundo que osara tratar a su vecino como lo hace Israel, que le quita tierras, incumple el mandamiento de la ONU, asesina familias, cualquiera, ya hubiera sido bombardeado como lo fue Iraq por culpa de armas que no tenía y Libia, por eliminar a Gadafi. Si el pueblo israelí no entiende que no puede vivir en guerra permanente acabara desapareciendo, mas tarde o mas temprano.
……………………………………
3.-Entre un judío argentino ateo, un judío ruso y uno ortodoxo que conexiónn hay?
La búsqueda utópica de la patria ya que fue un pueblo expulsado en la diáspora pero no se puede encontrar una tierra quitándosela a otros, y que no me digan que fue suya alguna vez porque también los árabes estuvieron en España 8 siglos, y no creo que puedan recuperar Granada o Córdoba; si le quitas el agua, la tierra y la dignidad a un pueblo este te odiara, y el odio mueve montañas, no se puede estar perennemente en guerra ni menos protegidos por el ''padrino'' yanqui, un camino sabio seria saber convivir con el vecino, si no lo aprendieron con el holocausto peor para ellos.
La venganza de un estado empleando el terrorismo es éticamente deleznable y socialmente autodestructiva, violencia contra violencia no funciona, lo aprenderán aunque ya sea tarde, algún día.
………………………………………………………….
4.-No se puede crear un país a base de someter al vecino, no se puede tener dignidad, en ISRAEL basta ser judío para que llegando de donde sea, de Argentina por ejemplo, ocupe unas tierras y una casa que nunca fueron suyas, mucho territorio de Israel es un territorio de ocupación, por tanto repito, si se crea un estado a base de ocupar, destruir, eliminar, y ponerle un muro a unos vecinos generas odio y el odio acaba destruyéndotenos hay nadie mas peligroso que el que no tiene nada que perder.
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5.-En España hubo sefardíes, añoraron siempre Sefarad y aun hablan el castellano antiguo, de estar Israel en sus manos el orden mundial seria distinto, pero los sionistas azkonazis se apoderaron del poder, e impusieron la ley de la violencia con los palestinos, no aprendieron nada del holocausto, del que se apropiaron por cierto, murió también mucho republicano español; no basta decir que eres el pueblo elegido por Dios para serlo, no puede ser que un judio argentino llegue a Israel y eche a un palestino de su casa, nadie es dueño de nada, tampoco Israel es dueño de lo que se ha apropiado por la fuerza, apoyado por el poder del dinero de los lobbys sionistas yankis, dinero y religión se llevan mal por mucho que digan, por eso todo eso no es mas que una farsa cínica mas dentro de un mundo que agoniza con un capitalismo vergonzante y fracasado, veremos que nos depara el futuro, si lo hay.
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6.-Cuando un pueblo se considera con el derecho a ocupar unas tierras que no son suyas, a echar a sus verdaderos propietarios de sus casas, a robárselas, cae en la ignominia.
Hipócrita y fariseo, el pueblo judío vaga por el desierto de la iniquidad ,han generado mucho odio y el odio del que no tiene nada que temer es temible, les robaron a los palestinos sus tierras , su agua, su dignidad, y eso l impunemente, con el ‘'padrino '' yanqui detrás, si algo de impone por la fuerza, esta deslegitimado , ha perdido la ética y la moral en medio de un mundo dominado por crápulas.
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7.- Es cierto que las potencias occidentales les ''regalaron'' a los judíos una tierra que no eran suyas, pastaban sus rebaños por allí los patriarcas? y que?
Llo hicieron sin contar con sus dueños, LOS PALESTINOS, esa historia de los patriarcas da risa de verdad.
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8.-Los ortodoxos no entran en el ejercito, dicen que solo leen el Talmud y se dedican a procrear hijos para la causa, a la guerra que vayan los del lumpen askenazi refugiado en Israel, mira que bien¡¡ los de los tirabuzones y los de los gorros esos tan ridículos son unos farsantes, realmente todas las religiones son una farsa.
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9.-Si a mi me quitan mis tierras , mi agua, mi casa y matan a mi hermano, que debo hacer, quedarme quieto? y además quien fue el que empezó eh? los sionistas consiguieron desde el año 46 anexionarse unos territorios que luego fueron agrandando en sucesivas guerras, desde 1948 ha habido 5 guerras arabes-judias, Quien invadió Sinaí y los Altos del Golán? quien mata desde el aire con aviones no tripulados? Quien humilla al vecino? quien utiliza el nombre de dios en su provecho?
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10.-Cuando el mundo árabe despierte no van a tener mucho futuro Israel, vivir con el arma debajo de la almohada debe producir graves sicopatías, vivir en estado de alarma altera el sistema simpático y somatiza enfermedades; cuando el padrino yanqui abandone a los sionistas por el petróleo veremos.
Los judíos sensatos deberían imponer un nuevo orden y quitar del poder a los sionistas askenazis terroristas porque sino se impondrá el ojo por ojo y el diente por diente.
Hablan de patriarcas que cuidaban ovejas y de dioses inexistentes, pero son unos ladrones de tierras, fascismo puro y duro, un pueblo que no aprendió nada del Holocausto, eso lo pagaran mas tarde o mas temprano, no se puede vivir toda la vida con el fusil al hombre, se van a volver todos locos y tiempo hará su trabajo-
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11.-El pueblo israelí se encuentra totalmente desubicado y mantiene posiciones ultras rayando en la apología del genocidio. La complacencia de la comunidad internacional con las prácticas del sionismo, y la mordaza aplicada sobre los medios de comunicación, les induce a creer que son los buenos, los elegidos de Yahvé y que todas sus acciones criminales están plenamente justificadas. La tolerancia con este régimen nefasto debe acabar. El aislamiento y el repudio del régimen sionista debe extenderse en los medios diplomáticos. El mensaje debe ser claro, si votáis a la ultraderecha, si os resistís a avanzar en el proceso de paz y de reconocimiento del pueblo palestino, si seguís vulnerando la seguridad de vuestros vecinos, no tendréis cabida en la comunidad de naciones
....................................................
12.-Si un pueblo se olvida su origen semita, los palestinos lo son, no aprende de su pasado, se olvida de la persecución nazi, practica los mismos métodos con el hermano cercano, se arma hasta los dientes y se lamenta aun por una persecución pasada sin reconocer que ahora es el que lo hace, si vive estresado y con el arma al hombro, si se apoya en el chantaje del dinero yanqui y practica la ocupación de tierras y casas que no son suyas y por ultimo, si emplea la palabra de Dios en su beneficio, inventándose un Dios inexistente que dice haberle elegido como pueblo, esta inmerso en una paranoia que le llevara a la autodestrucción mas tarde o mas temprano, el miedo no es buen consejero, no se puede vivir con miedo al vecino y al mismo tiempo humillarle, el odio engendra odio y el odio es una gran fuerza que pervive en el tiempo.
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2016.06.03 14:59 lulydelmar1 La Red de Solidaridad contra la Ocupación de Palestina pide a Miguel Poveda y Luz Casal que no legitimen el Apartheid israelí. Aquí la carta. Piensa en mí.

Estimados Miguel Poveda y Luz Casal.
Os escribimos en nombre de la Red de Solidaridad contra la Ocupación de Palestina, organización integrada por más de 40 ONG, asociaciones y comités de solidaridad con el pueblo palestino, para pediros que no vayáis a cantar a Israel.
Queremos transmitiros nuestro desconcierto y desilusión al conocer que vais a actuar en el Festival Méditérranée de Ashdod, ciudad y base militar muy cercana a Gaza, una pequeña franja de territorio en la que 2 millones de personas, incluidos miles de menores de edad traumatizados por las continuas agresiones de Israel, sobreviven en condiciones inhumanas y encerrados bajo el ilegal bloqueo israelí. En los últimos 10 años han sufrido 6 ataques militares, el último en julio del 2014, en el que más de 500 niñas y niños palestinos fueron asesinados por Israel durante 52 días de bombardeos sobre la Franja de Gaza, considerada el mayor campo de concentración del mundo.
Nos cuesta entender que Miguel Poveda, cantor de sonetos y poemas para la libertad, alguien que es capaz de transmitir con sus canciones una sensibilidad especial y de emocionar profundamente, alguien que no soporta la injusticia y demuestra su empatía con el apoyo a múltiples causas, como la que pedía ayuda para los niños de Ecuador después del terremoto o para los refugiados, haya aceptado actuar en Israel.
Tampoco entendemos como Luz Casal, cuando hace dos años le pedimos que no actuara en Israel y nos escuchó, ahora, dos años más tarde, haya cambiado su opinión y decidido actuar en Israel a pesar de que, lamentablemente, la situación de la población palestina es mucho peor y la complicidad de “la comunidad internacional” con Israel, a quien garantiza impunidad total, continúa siendo absoluta.
Quizás se deba a que, como Roger Waters le decía a Caetano Veloso al pedirle que cancelara su concierto en Tel Aviv, tú también estés viendo la política israelí con lentes color de rosa. Tal vez tus fuentes de información apoyan a Israel y consideran terrorista a la población palestina. Quizás es posible que no sepáis que casi 5 millones de refugiados palestinos, desde hace 67 años, malviven en campos de refugiados porque Israel les niega el derecho al retorno a la tierra de la que les expulsó. O que Gaza también ha sido arrasada, no por un terremoto, sino por el ejército de Israel que, además, mantiene el bloqueo e impide la reconstrucción.
Mientras muchos que apoyan el bloqueo y los bombardeos sobre Gaza podrán disfrutar con tu espectáculo en un festival mediterráneo en el que no participa, ni puede acudir, la población palestina, ni se escucha música palestina, en Gaza intentan sobrevivir entre escombros, aguas residuales y contaminación, sin techo, luz ni agua potable, sin los mínimos necesarios. Podéis comprobar fácilmente esta información visitando Gaza antes de vuestras actuaciones en Ashdod. Como le decía Roger Waters en su carta a Caetano, ¨vaya y vea por usted mismo, no tendrá que utilizar su imaginación. La realidad es devastadora más allá de cualquier cosa que puedas imaginar¨.
A pesar de las cartas de Roger Waters, Caetano actuó en Tel Aviv, pero a su vuelta publicó una larga carta en la que manifestó: ¨Creo que nunca más volveré a Israel. Cuando regresé a Brasil recibí un vídeo el que Nasser, el palestino con el que había conversado en Susiya, era golpeado con palos por jóvenes israelíes habitantes de un asentamiento. Era una imagen brutal. Los soldados del ejército de Israel asistían impasibles a la escena¨.
Al conocer la realidad diaria de la ocupación, personalidades de todo el mundo dedicadas al arte y la cultura, han manifestado públicamente su negativa a actuar en Israel. Entre las más conocidas figuran Elvis Costello, Emma Thompson, Roger Waters, Eduardo Galeano, Santana, Pixies, Mike Leigh, Ken Loach, Snoop Dogg, Damon Albarn, Klaxons, Jean-Luc Godard, o Devendra Banhart.
La cantante argelina Souad Massi canceló su concierto en un festival en Tel Aviv: ¨yo tengo el deber de no actuar en un país que asesina niños¨.
En agosto del 2014 Brian Eno decía en una carta abierta:¨hoy vi una fotografía de un palestino que lloraba, mientras sostenía un contenedor plástico y una bolsa de carne. Era su hijo. Fue triturado (según el hospital) por un ataque de misiles israelíes –aparentemente usando su fantástica nueva arma, las bombas flechette. Probablemente ustedes las conocen: cientos de pequeños dardos de acero montados alrededor de un explosivo que arranca la piel humana. El niño era Mohammed Khalaf al-Nawasra. Tenía cuatro años. De pronto me encontré pensando que uno de mis hijos podría ser el de esa bolsa y esa idea logró hacerme enojar más que muchas otras cosas¨.
Roger Waters afirma que: ¨la ocupación me molesta. El asesinato de niños me horroriza. La opresión me desconcierta. Los ataques aéreos en la Franja de Gaza me hacen perder el sueño¨. Llegó a la conclusión de que los israelíes deben pagar por sus crímenes y que los boicots son un instrumento justo y eficaz.
Marinah renunció a participar en la anterior edición del Festival Méditérranée de Ashdod: ¨Familia, quiero contaros que después de darle muchas vueltas e informarme en profundidad, he decidido no ir a Israel a cantar. Tenía un par de conciertos que no haré, sumándome a la causa humanitaria que propone BDS. Por los derechos humanos, por la paz y por dormir tranquila por la noche¨.
En una carta abierta a Vicente Amigo, Marinah junto con Juan Pinilla y el Niño de Elche, también adheridos al boicot cultural, explicaban sus razones para negarse a actuar en Israel: ¨Nos negamos rotundamente a que un sistema que oprime brutalmente y con total impunidad a todo un pueblo, nos utilice para limpiarse la cara.Y más aún, detestamos que se utilicen el flamenco y las ricas raíces conjuntas de las que surge para normalizar una situación de discriminación racial de apartheid más grave y más profunda que la vivida por la población negra en Sudáfrica¨.
Por todo ello, y apelando a esos valores en los que os reconocéis, os pedimos que no actuéis en Ashdod y apoyéis el boicot cultural a Israel.
Estamos a vuestra disposición para ampliar la información y aclarar dudas. Adjuntamos una Guía en la que podréis encontrar el porqué del boicot a Israel e información más detallada sobre Palestina, así como los testimonios de algunas personalidades adheridas al BDS Cultural. También algunos enlaces que os pueden ayudar a entender esta campaña y las razones que la justifican como forma no-violenta de exigir a Israel que no siga ocupando un territorio que no le pertenece.
https://www.es.amnesty.org/en-que-estamos/noticias/noticia/articulo/politica-de-gatillo-facil-contra-civiles-palestinos-en-cisjordania/
http://www.palestinalibre.org/articulo.php?a=51714
https://www.amnesty.org/es/countries/middle-east-and-north-africa/israel-and-occupied-palestinian-territories/report-israel-and-occupied-palestinian-territories/
http://espanaisrael.blogspot.com.es/2015/05/matando-en-gaza-salvando-en-nepal-la.html
https://www.youtube.com/watch?v=rG_KrxFoI4Q
Atentamente
RESCOP
Fuente: http://boicotisrael.net/bds/la-rescop-pide-miguel-poveda-no-legitime-apartheid-israeli/
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2015.10.09 19:32 felipustero Yihadismo; décadas al servicio de intereses occidentales

A tenor de la decisión rusa de involucrarse militarmente en la destrucción de las diversas entidades terroristas presentes en Siria,gobiernos y medios occidentales y árabes han desatado una infame campaña de calumnias y desinformación, destinada tanto a desprestigiar a la Federación Rusa como a tratar de proteger a sus valiosos activos sobre el terreno; las fuerzas yihadistas que tratan de conquistar Siria desde hace más de 4 años.
Sin embargo,esta zafia e inconsistente propaganda no puede borrar de un plumazo la larga trayectoria de décadas de la antigua URSS y de la propia Rusia en su lucha contra el extremismo salafista ; una historia dónde las ultimas acciones en Siria representan el último capítulo hasta la fecha.
De nuevo, la aparición masiva de yihadistas extranjeros en Siria e Irak convertirá pronto a esta guerra en la que más combatientes habrá atraído de la historia reciente.Por ahora,el conflicto de Siria sería el segundo destino que más combatientes extranjeros ha congregado, sólo superado por la guerra de Afganistán, si bien esta guerra se prolongó durante 14 años y la de Siria lleva 4 años y medio.
Y es que ciertamente un análisis de la trayectoria y características históricas recientes que ha presentado la aparición de importantes núcleos de combatientes yihadistas arroja una evidente conclusión; no es posible que siga siendo utilizado por Occidente el tradicional discurso que apunta a una denominación del yihadismo como un fenómeno espontáneo,que toma la forma de guerra asimétrica insurgente y que se manifiesta como opuesta a los valores y ambiciones occidentales.
Muy al contrario,y como demuestran los casos de Afganistán,Yugoslavia,el Cáucaso ruso,Libia,Iraq o Siria,históricamente el fenómeno yihadista ha supuesto y sigue suponiendo un instrumento recurrentemente utilizado para desestabilizar y combatir a estados no aliados u opuestos a la hegemonía anglosajona y a los intereses de sus aliados árabes.
Históricamente,esos enemigos fueron la URSS y las formas de Socialismo y Pan-Arabismo árabe no supeditadas a la visión hegemónica de Washington: posteriormente Rusia y hoy en día,este activo yihadista se dirige también contra China,con la aparición de organizaciones terroristas afiliadas de Al Qaeda en la región autónoma de Xinjiang Uigur.
El control occidental del fenómeno yihadista El recientemente publicado libro de Michael Springmann ( "Visas para al-Qaeda: Los papeles de la CIA que sacudieron al mundo"), escrito ni más ni menos que por el ex jefe de la sección de visados de Estados Unidos en Jeddah (Arabia Saudita) detalla específicamente cómo:
"Durante la década de 1980, la CIA reclutó y entrenó a los agentes musulmanes para luchar contra la invasión soviética de Afganistán. Más tarde, la CIA movería a esos agentes desde Afganistán hasta los Balcanes, y luego a Irak, Libia y Siria, viajando con visas ilegales de Estados Unidos. Estos combatientes apoyados por Estados Unidos y entrenados podrían transformarse en una organización que es sinónimo de terrorismo yihadista: al-Qaeda". (1)
A tenor de estas revelaciones,es legítimo pensar que Estados Unidos y el Reino Unido han venido manejando estas redes desde hace décadas y ,por tanto, es igualmente lícito pensar que el ISIS es solo un capitulo más de una larga trayectoria iniciada con la guerra anti-soviética en Afganistán.
Igualmente corrobora que Estados Unidos lleva apoyando a Al Qaeda y sus organizaciones afiliadas (como el propio Estado Islámico) desde hace casi medio siglo y especialmente desde la guerra afgano-soviética,cuando la CIA,con la colaboración cercana del MI6 británico, el Mossad de Israel, la Inteligencia Inter-Servicios de Pakistán (ISI) y la Inteligencia de Arabia Saudita (GIP),creó campos de entrenamiento en Pakistán por los que se calcula transitaron unos 35.000 yihadistas procedentes de 43 países islámicos desde 1982 a 1992.
Los Hermanos Musulmanes,instrumento occidental Es fundamental observar la actuación de la organización de los Hermanos Musulmanes,la formación política más antigua de Egipto y del mundo árabe ,para tratar de comprender la trayectoria del yihadismo en los siglos XX y XXI.
En 1928,Hasan al-Banna crearía en Egipto la Sociedad de los Hermanos Musulmanes,con el propósito de liderar un renacer político del Islam.Su ideología trataba de aunar rasgos de modernidad con el soñado objetivo de restablecer un Califato regido por la pureza y moralidad de los primeros seguidores de Mahoma, los Salaf (de donde procede el término salafismo) y que cubriese todos los aspectos de la vida social y política rechazando los valores occidentales.(liberalismo,ateísmo,laicidad,materialismo,igualdad de género etc..)
Said Qutb en Colorado,junto a William.L.Ross,Presidente del Colorado State Teacher's College (1949) Sin embargo resulta curioso que el principal teórico de la Yihad,el también egipcio Said Qutb,comenzase a propagar sus doctrinas tras estudiar en los Estados Unidos a finales de los años 40.Impulsó la radicalización de los Hermanos Musulmanes y abogó,en un principio, por apoyar la corriente pan-arabista y secular de Nasser para derribar el régimen egipcio del rey Faruq I en los años 50.
El gobierno militar de Nasser,con fuerte componente nacionalista y tendencia izquierdista, fue apoyado por la URSS. Pronto EE.UU entendió que el modelo político desarrollista y con fuerte participación estatal ,implantado por Nasser, estaba alcanzando demasiada influencia en el Tercer Mundo y comenzó a trazar planes para revertir la situación.Para ello serían utilizados los Hermanos Musulmanes.
Azzam en Afganistán. Por tanto,esa alianza anti-natural tardó poco en fracturarse cuando el gobierno de Nasser comenzó la represión de la organización.Fue el momento en el que Qutb declaraba como enemigos a todos los gobiernos no islamistas de los países musulmanes.Las acciones de Nasser,incluída la ejecución de Qutb en 1966, originó el nuevo patrocinio de la Yihad por parte de Arabia Saudí, donde la dinastía wahabita Saud cobijó al hermano de Qutb, Muhhamad Qutb ,que fue respaldado por un clero saudí comprometido con la difusión de interpretaciones puritanas del Islam.
Said Ramadan. Y sería en Arabia Saudí donde el palestino Abdullah Azzam establecería contactos con exiliados de la Cofradía y comienza a organizar una verdadera red mundial de yihaddistas.Como teólogo en la King Abdul Aziz University en Jeddah (Arabia Saudí),donde permaneció hasta 1979,defendía la necesidad de defender el Islam, como había mantenido Qutb.
Como principal inspirador del movimiento de los Árabes Afganos se trasladó a Afganistán junto con miles de voluntarios de numerosos países árabes (especialmente saudíes) para luchar contra las fuerzas soviéticas.
Otro de los históricos fundadores de la Hermandad,Said Ramadán, se refugió en Suiza tras la persecución del régimen de Nasser .Allí,en 1959 Said creó el Centro Islámico de Ginebra, el primer instituto de ese tipo en Europa y con apoyo saudí contribuyó decisivamente en la creación de la llamada Liga Islámica Mundial.(2)
Existen documentos desclasificados que apuntan a la más que posible cooperación entre Ramadan y la inteligencia británica y estadounidense.
Una nota confidencial de los servicios secretos suizos del 17 de agosto de 1966,detalla el trato de la BUPO, la Policía federal de Protección del Estado, hacia Said Ramadán:
"Ciertamente está en excelentes términos con los ingleses y los estadounidenses». Otro documento, del 5 de julio de 1967, se muestra todavía más preciso. Presenta a Said Ramadán como un «agente de información de los ingleses y de los estadounidenses». Además entiendo que ha prestado servicios –en el ámbito de la información- a la BUPO." (3)
S.Ramadan es el segundo por la derecha En su libro "Une mosquée à Munich. Les Nazis, la CIA et la montée des des Frères musulmans en Occident" ,el periodista estadounidense Ian Johnson no solo confirma y profundiza en las relaciones de Said con agentes de la CIA en la antigua RFA sino que recuerda que ya en julio de 1953 una delegación de musulmanes, entre ellos Said Ramadán, fue invitada por Estados Unidos y recibida en la Casa Blanca.Eisenhower,el entonces presidente estadounidense declaraba al respecto que en sus relaciones con los dirigentes árabes, "nuestra fe en Dios debería darnos un objetivo común: la lucha contra el comunismo y su ateísmo".
Mientras tanto en Egipto,tras la desaparición de Nasser llegaría al poder Sadat,quién rompió con la URSS y se alió a EE.UU,haciendo de Egipto el primer país árabe que reconoció al estado de Israel.
Simbiosis Occidente-Hermanos Musulmanes Como hoy ocurre en Siria,desde hace décadas las monarquías suníes del Golfo siguen alimentando y protegiendo el salafismo.
Pero tras del poder e influencia de los Hermanos Musulmanes no solo aparecen los tradicionales saudíes,kuwaitíes,turcos etc..EE.UU o Reino Unido han cooperado,financiado,manejado y utilizado a los Hermanos Musulmanes desde hace décadas hasta la actualidad.Es la Hermandad Musulmana quién se encuentra tras la fachada del llamado OSDH (Observatorio Sirio de Derechos Humanos),quién desde Reino Unido lleva actuando como altavoz mediático de los "opositores sirios" desde 2011, encontrando un fabuloso eco mediático en la prensa occidental .Es esa prensa occidental la que se comporta como principal exportadora de la propaganda yihadista en Siria a base de repetir mecánicamente las falsas informaciones elaboradas por la Hermandad.
De la misma manera ,únicamente gracias al apoyo financiero y mediático de sus patronos árabes y anglosajones es posible comprender como ,por ejemplo, era encumbrada la figura del otrora "peligroso" Rached Ghannouchi, el líder del partido islamista tunecino Annahda,quién sería declarado por la revista Foreign Policy (4) como "uno de los intelectuales más importantes del año 2011" junto a personajes como el Primer Ministro turco Tayyip Erdogan, Bernard Henri Lévy o Wael Al-Ghoneim, responsable en Egipto de Google y figura del levantamiento egipcio en Facebook; todos ellos pertenecen o guardan estrecha relación con la Hermandad.
Afganistán; la Yihad puesta al servicio de los intereses geopolíticos estadounidenses Sucedió hace mas de 26 años; un 15 de febrero de 1989, las últimas tropas soviéticas se retiraban de Afganistán.Atrás quedaban casi 10 años de un terrible conflicto que se había cobrado la vida de cerca de 15.000 soviéticos, gracias a la fanática intervención de decenas de miles de voluntarios yihadistas llegados desde todos los rincones del mundo.
Breve Historia de Afganistán en el siglo XX El gobierno dirigido por Lenin nacido de la Revolución Bolchevique de 1917, había sido el primero en prestarse a reconocer la independencia de Afganistán alcanzada en agosto de 1919, al término de la Tercera Guerra Anglo-Afgana por la cuál se liberaba de una influencia británica que había comenzado casi 100 años atrás (1837).
El líder de la independencia fue Amanullah Kan ,quién también promulgaría una Constitución de corte relativamente liberal y convirtió al nuevo país en el primer Estado del mundo en establecer relaciones diplomáticas con la Unión Soviética,aún inmersa en su propia guerra civil.
Daud Khan,presidente afgano entre 1973-1978 El reinado de Amanullah se extendería hasta 1929 cuando una serie de revueltas acabaron por derrocarlo. La convulsa historia de Afganistán se vería marcada por una sucesión de dirigentes y conspiraciones palaciegas hasta que en el año 1965 tuvieron lugar las primeras elecciones parlamentarias en el país,eso sí,siempre bajo los auspicios de la reinante dinastía Mohammadzai.
En 1973 iba a producirse el golpe de Mohammed Daud Khan,quien de inmediato proclama la república.Este nuevo sistema, sin embargo, no es capaz de consolidarse y perpetúa un régimen corrupto y oligárquico incapaz de ofrecer soluciones a un país donde el 97% de las mujeres y del 90% de los hombres eran analfabetos, alrededor del 5% de los propietarios poseían más del 50% de las tierras fértiles y la esperanza de vida era de 40 años.(5)
Socialismo afgano Solo 5 años después,en 1978,una oleada de masivas protestas era reprimida de manera brutal,incluida la persecución a los ex-aliados del PDPA.Fue el momento propicio para que el Partido Democrático del Pueblo de Afganistán (PDPA,de clara orientación marxista-leninista) se hiciera con el poder tras la denominada Revolución Saur apoyada en el incipiente movimiento comunista clandestino presente en Afganistán.
Milicia femenina afgana del PDPA. El gobierno del PDPA inició una serie de reformas en el área de la alfabetización nunca antes vista,estableció la laicidad del Estado,trató de ejecutar una reforma agraria y se esforzó decisivamente en la equiparación de en derechos entre hombres y mujeres,entre otras iniciativas.
Pero el momento clave se sitúa cuando a finales de 1978, el nuevo gobierno afgano firmaba un Tratado de Amistad y Cooperación con la URSS.La reacción de EE.UU fue la orden de Jimmy Carter a la CIA para proceder a la financiación en secreto de la oposición al gobierno,es decir,los muyaidines talibanes.
Tras un sangriento año de atentados terroristas y revueltas armadas ,el desbordado Gobierno afgano solicitó ayuda a la URSS, concretándose el 25 de diciembre de 1979 el envío de tropas soviéticas en apoyo al gobierno de Afganistán.La U.R.S.S. temía la expansión del islamismo político al Asia Central y escogió la intervención como solución mientras que dicha intervención era de inmediato presentada por la administración Reagan como una muestra del expansionismo soviético.
La URSS interviene en Afganistán En menos de 24 horas, el Ejército Soviético lograba controlar con facilidad las principales ciudades afganas.
Por su parte,y a través de Pakistán y Arabia Saudí,la CIA respondía armando y financiando a los talibanes mediante la "Operación Ciclón" consistente en suministrar de armamento, adiestramiento y apoyo económico al bando islamista con el fin de desestabilizar a la URSS.En realidad,a EE.UU se le presentaba la histórica oportunidad de dañar a la URSS en un país fronterizo poblado por los mismos grupos étnicos que dos de sus repúblicas centroasiáticas, Uzbekistán y Tayikistán.
La imposibilidad de una intervención directa obligaba a Washington a delegar en aliados regionales,especialmente Pakistán; EE.UU pondría el dinero y los suministros militares y el ISI pakistaní se encargaría de repartirlos.Las embajadas pakistaníes comenzaron a otorgar visados a todos los voluntarios que quisieron ir a luchar a Afganistán mientras que EE.UU. llegaba a un acuerdo para que que Arabia Saudita igualara toda cantidad que la CIA destinara hacia la resistencia afgana,canalizando también los saudíes mucho dinero privado recogido en colectas en las mezquitas y en contribuciones particulares a través de ONG musulmanas.
Universitarias afgnanas,años 70. Posteriormente, bajo la presidencia de Ronald Reagan en la década de 1980, EE.UU se propuso profundizar su política de instrumentalización de cierta parte del mundo islámico en su favor: con la inestimable financiación saudí ,se dedicó a hacer proliferar escuelas coránicas en Afganistán y Pakistán,incluyendo dentro del adiestramiento doctrinario la capacitación para llevar a cabo una verdadera insurgencia violenta contra los soviéticos y sus aliados afganos.
Las fuerzas yihadistas se vieron de esta forma en condiciones para plantear una auténtica guerra de guerrillas contra el Ejército Soviético que se prolongaría hasta febrero de 1989,costando a la URSS la vida de unos 15.000 efectivos y otros 54.000 heridos; dos años después la URSS se desplomaría formándose la actual Federación Rusa.
Retirada soviética; nace el Emirato Islámico de Afganistán Tras la retirada soviética, en la República Democrática de Afganistán llegaría el hundimiento del estado afgano,sometido a un férreo bloqueo comercial internacional.Pese a que los yihadistas solo controlaban las provincias de Bamiyán y Tolukán,se vió incapaz de frenar la avalancha de armas y combatientes que arribaban a Afganistán.En 1990, el gobierno perdió el control de las principales ciudades y hacia 1991 sólo mantenía el control sobre el 10% del territorio. Finalmente en 1992, los muyahidines entraban en Kabul sin encontrar resistencia poniendo fin al proyecto socialista afgano.
Yugoslavia; la irrupción del yihadismo en los Balcanes El extremismo islámico haría de nuevo su aparición en el conflicto que desgarró la antigua República Federal de Yugoslavia.
La religión de Mahoma, llegada con las lanzas del Imperio Otomano hace siglos, forma parte de la identidad balcánica.En la antigua Yugoslavia dicha cuestión religiosa no supuso un especial foco de tensión como si sucedió en otros países del campo socialista.De hecho,las diferentes identidades étnico-religiosas se integraron en la propia identidad multicultural yugoslava de manera más o menos natural; en 1986 en Yugoslavia había más de 3.000 mezquitas, para una población musulmana de 3,8 millones de habitantes (16% del total).(6)
Plenamente integrados, los musulmanes yugoslavos obtuvieron su Constitución como Comunidad Islámica en 1968, como una nación yugoslava más,gracias a la acertada política del Mariscal Tito respecto a los territorios de mayoría musulmana.Aún con plena consciencia de su identidad religiosa,ésta comunidad se definía también como una cultura fuertemente secularizada cuyo mayor vínculo social era la nación y no la religión; un panorama donde el salafismo,simplemente,no tenía opción de prosperar.
Un panorama que cambiaría radicalmente cuando durante la guerra arribaron a Bosnia- Herzegovina o Kosovo más de 4.000 muyahidines provenientes de Arabia Saudí, Siria, Libia, Pakistán o Irán,entre otros lugares.
Durante la guerra de la década de 1990 Bosnia se convirtió en un polo de atracción para los yihadistas.Fueron introducidos miles de combatientes extranjeros que respaldaban a las fuerzas musulmanas frente a la República Federal Yugoslava y a las fuerzas serbo-bosnias mediante los mismos procedimientos y por los mismos actores que en Afganistán. Sembraron la semilla del salafismo en la región,llevando también a cabo una limpieza étnica en aldeas de mayoría serbia escandalosamente silenciada por la prensa occidental,mucho más atareada en fabricar y procesar mediáticamente los sucesos de Sbrenica.
Precisamente respecto a este oscuro episodio,el general canadiense Lewis Wharton Mackenzie ( nombrado jefe del Estado Mayor de la fuerza de mantenimiento de la paz de las Naciones Unidas en la ex Yugoslavia en febrero de 1992) describe en su libro "Peacekeeper: The Road to Sarajevo" una versión diferente de los hechos y unos puntos de vista opuestos a la versión oficial acerca de la masacre de Srebrenica en julio de 1995.
Mackenzie pone en duda el número de 8.000 musulmanes bosnios asesinados y niega que Srebrenica fuera una zona protegida por las fuerzas de la ONU.Describe como los paramilitares bosnios musulmanes, bien equipados y entrenados, partían desde la zona de Srebrenica para quemar aldeas serbias y cometer matanzas, para luego retornar a la “zona segura” controlada por las fuerzas de la ONU.
Años más tarde ,la consecuencia de tan nefasta complicidad,como relata Esad Hecimovic, un periodista bosnio especializado en el tema ,es que:
"Durante los conflictos en los Balcanes, teníamos a combatientes extranjeros. Ahora tenemos a combatientes de Bosnia y de los Balcanes que participan en guerras en otros lugares del mundo".
Nusret Imamovic. La influencia de las tendencias salafistas sigue dejándose sentir en lo que se ha llamado “zelena transverzala” (corredor verde entre Bosnia, Sandžak-Serbia, Kosovo y Bulgaria) también conocido como el "corredor yihadista de los Balcanes".
Los casos de Osve y Gornja Maoca, dos aldeas compradas por el Estado Islámico y enclavadas en ese área, demuestran que el islamismo radical lleva años asentándose en los Balcanes y continúa siendo cantera imprescindible para la yihad global,alimentada y perpetuada mediante el establecimiento de ONGs musulmanas vinculadas al "wahabismo militante" y gracias a las cuáles muchos jóvenes musulmanes sin recursos aceptan becas para poder estudiar en universidades establecidas en países del Golfo Pérsico, especializadas en la difusión de las tesis islamistas más radicalizadas.(7)
Osve (Bosnia) Por eso alrededor de 500 bosnios se han unido al Estado Islámico (EI) según estimaciones de los servicios secretos locales,guiados y dirigidos por auténticos veteranos de la yihad global como el imán Husein Bosnic, veterano miembro de una unidad de muyaidines durante la guerra de Bosnia compuesta también por extranjeros y que es la cabeza visible del actual movimiento wahabita local tras la partida a Siria en 2013 de su "predecesor" Nusret Imamovic como importante figura dentro del Frente al Nusra.Bosnic ha sido inculpado por "incitación pública a actividades terroristas" y "reclutamiento" de yihadistas.
"Recibía dinero procedente de personas de países árabes. Se trata de cantidades importantes", afirmó durante el juicio el fiscal Dubravko Campara.(8)
Yihadismo en el Cáucaso Tras el proceso de disolución ( tanto del Pacto de Varsovia como de la URSS) entre 1989 y 1991, el yihadismo siguió siendo considerado desde Occidente como un instrumento valido para también desmantelar la Federación Rusa.
En Chechenia,fue proclamada unilateralmente una independencia que pronto derivó en la instauración del Emirato Islámico de Ichkeria, una artificial creación únicamente reconocida por el Emirato Islámico de los talibanes en Afganistán,en una región de tan amplia importancia estratégica para el tránsito de hidrocarburos.
Se desató una primera guerra cuando Rusia trató de retomar el control en Chechenia (1994-95) y donde se pudieron observar los mismos rasgos de violencia extrema que aplica el yihadismo actual,no exentos de una eficacia militar probada habida cuenta de la experiencia de muchos militantes presentes en conflictos como el de Bosnia o incluso Afganistán.Sobra decir que fueron nuevamente respaldados durante todos aquellos años por unas potencias occidentales extraordinariamente animosas a la hora de apoyar cualquier confrontación con Rusia como sucedería durante el conflicto con Georgia en 2008.
Tras la retirada rusa en 1996, una importante estructura yihadista se consolidó en la región albergando campos de entrenamiento para yihadistas llegados de todo el mundo y centros de estudios salafistas subvencionados generosamente por países del Golfo Pérsico. Desde 1996 hasta 1999 ,miles de yihadistas se instalaron en el Cáucaso norte en medio de un caos total y de los desmanes e imposiciones de los yihadistas extranjeros,que terminaron por alzar a los propios chechenos en su contra.
Fue así como el clan Kadírov acordó apoyar a la Federación de Rusia en su operación antiterrorista en Chechenia en 1999.A su vez,una terrorífica campaña terrorista golpeó Moscú y otras ciudades en el verano de 1999 .Estos atentados,junto con la invasión de Daguestán por yihadistas procedentes de la vecina república de Chechenia, terminarían por convencer a Rusia de la urgente necesidad de una intervención militar.
Bajo la presidencia de Vladimir Putin,Rusia decidía finalmente poner fin a la inestabilidad y el recurrente terrorismo que golpeaba sistemáticamente intereses rusos y procedió a una segunda y aún más sangrienta guerra (1999-2000).
Durante este período Rusia sufrió los efectos del terrorismo yihadista en episodios trágicos como la toma del teatro Dubrovka de Moscú (129 rehenes muertos, en 2002), el asalto a la Escuela Número 1 de Beslán (en 2004, con un balance de 330 rehenes muertos) u otro atentado contra el Metro de Moscú también en 2004 que provocó 40 muertos.
Oficialmente,en abril de 2009 el Kremlin ponía fin a las operaciones antiterroristas en la república consolidándose el régimen prorruso de Ramzan Kadirov,en un territorio con mayor estabilidad pero que nunca ha dejado de ser campo de batalla entre Rusia y el yihadismo internacional.
 Akhmed Yevloyev (Magas) 
Otros territorios colindantes como las repúblicas federadas de Daguestán o Ingushetia -pero incluso la propia Chechenia u Osetia del Norte, única república del Cáucaso norte con mayoría cristiana. – tampoco han dejado nunca de ser escenario y campo de batalla predilecto para los yihadistas salafistas.
En estas circunstancias,y ocultados a la opinión pública occidental,durante años los rusos han venido cosechando importantes éxitos en su lucha anti-terrorista.Entre los más significativos contaríamos la eliminación de Sayyed Buryatski, principal ideólogo de los yihadistas en el Cáucaso en 2010,la detención del emir del Frente del Cáucaso, Magas, único líder yihadista de importancia capturado vivo y sucesor del sanguinario Shamil Basayev,después de que éste fuera eliminado en julio de 2006. (9)
Umarov. El último gran éxito es la muerte de Dokku Umarov en 2014.Al frente del Emirato del Cáucaso,asumió la autoría del del atentado con bomba contra el tren de pasajeros 'Nevsky Express' (10) que en 2009 costó la vida a 28 personas,las explosiones en el metro de Moscú en 2010 (37 muertos) o la explosión en el aeropuerto Domodedovo en 2011 (38 muertos).(11)
A la vista de un expediente similar,¿es posible cuestionar la legitimidad y autoridad moral de Rusia para combatir,una vez más,al yihadismo en Siria?
NOTAS: (1)http://www.foreignpolicyjournal.com/2015/04/15/is-the-whole-war-on-terror-a-fraud/ (2)http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/esp_sociopol_muslimbrotherhood07.htm (3)http://www.renenaba.com/egypte-les-freres-musulmans-au-seuil-du-pouvoi (4)http://foreignpolicy.com/2011/11/28/the-fp-top-100-global-thinkers-4/ (5)http://www.marxist.com/afghanistan-russian-bureaucracy150180.htm (6)http://www.esglobal.org/el-islam-en-los-balcanes-fin-del-secularismo/ (7)http://www.mirror.co.uk/news/world-news/isis-set-up-stronghold-heart-6094785 (8)http://news.yahoo.com/once-magnet-foreign-mujahedeen-bosnia-now-exports-them-143013257.html (9)http://www.warheat.com/web/noticias/hemeroteca/vigencia-del-terrorismo-yihadista-salafista-dentro-y-fuera-del-transcaucaso-ruso-1a-parte/ (10)http://www.bbc.com/news/world-europe-18162643 (11)http://actualidad.rt.com/actualidad/view/124659-terrorista-doku-umarov-eliminado Publicado por Daniel Trujillo Sanz en 2:26
http://lugrogeopolitica.blogspot.com.es/2015/10/yihadismo-decadas-al-servicio-de.html
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2015.04.04 13:12 qryq El Nobel de la Paz era guerrero (1)

Se precipitaron. El galardón se otorga <>. Cuando le dieron el premio Nobel de la Paz a Barack Obama todavía no había hecho nada para merecerlo, solo palabras. No quiero quitarle otros méritos, pero paz al mundo no ha traído.
Lejos quedan aquellas declaraciones que anunciaban una <> en las relaciones exteriores de Estados Unidos con Rusia y los países árabes, con cambios importantes sobre las políticas de George W. Bush. El 20 de enero de 2009, pasó a ser el 44ª presidente, el primer presidente afroamericano de la historia. En septiembre de ese mismo año le fue concedido el Premio Nobel de la Paz, <> (1). Tempranero fue el galardón. Si observamos las biografías de los personajes a quienes se les ha concedido, antes y después de Obama, podría ser hasta ofensivo.
El Premio Nobel de la Paz 1993, fue otrogado conjuntamente a Nelson Mandela y Frederik de Klerk <> (2). En 1990 a Mijail Gorbachov <> (3). Se lo dieron a Aung San Su Kyi <> (4) y a Rigoberta Menchú <> (5). Al propio Jimmy Carter <> (6). A Willy Brandt, por su Ostpolitik de Alemania Occidental (7). El Dalái Lama, la Madre Teresa, Desmond Tutu, entre otros personajes. También a instituciones y organizaciones no gubernamentales como Cruz Roja, Amnistia Internacional, UNICEF o Médicos sin Fronteras.
No voy a cargar a Obama la responsabilidad sobre las guerras, porque guerras han habido siempre. Se han cumplido los cien años desde que estalló la Primera Guerra Mundial y ahora se conmemora los sesenta años desde que terminó la Segunda. Desde entonces no han parado (8): guerras mundiales, civiles, locales, regionales, de agresión o de defensa; de religión, ideológicas, coloniales, de clase y económicas, del petróleo, contra la droga, informáticas, contra el terrorismo, el independentismo o insurgentes; guerras relámpagos o interminables, sin cuartel, abiertas, sin declarar o declaradas; hasta guerra fría ha habido, calientes lo son todas. En algunos casos no lo llaman guerra, sino conflicto de baja intensidad, eufemismos que esconden intereses geoestratégicos, provocados por canallas justicieros o iluminados de la muerte. Parece como si al principio de los tiempos, alguien hubiera dicho: <<¡Anda y a ver si os matáis los unos a los otros!>>.
Continúa la guerra de Israel contra el pueblo palestino, desde 1948; y con el triunfo electoral de Netanyahu, parece que va a ir a peor. Se ha abandonado la idea de un Estado Palestino, sacrificando la política exterior y buena relación con Estados Unidos y Europa, por intereses electorales. Acusó que las organizaciones de izquierdas y los gobiernos extranjeros estaban apoyando a los árabes de Israel con ingentes cantidades de dinero (9). En la actualidad, existe desencuentro entre Israel y Estados Unidos. Obama defiende el derecho a decidir su propia política de seguridad nacional y no seguir haciendo lo que los israelíes creen que es necesario, sobre los supuestos planes nucleares de Irán. Por su parte el presidente francés, François Hollande, ha reconocido <>, en la reunión en Irán y el 5 + 1 (Estados Unidos, Gran Bretaña, Francia, Rusia, China y Alemania). Insiste en llegar a un <> sobre el programa nuclear iraní, que garantice que Irán no tendrá acceso a armamento nuclear. (10)
Obama heredó de Bush al menos dos guerras: la de Irak y la de Afganaistán. Pese a la falsa declaración, en el portaviones Abraham Lincoln, vestido de piloto de combate, anunciando la victoria sobre Irak, la guerra sigue. Del engaño de las armas químicas no quiero ni hablar (11). En aquel escenario con uniforme, Bush renovó su amenaza con destruir a <> implicados en actividades terroristas y utilizó el ejemplo de Irak para demostrar que sus palabras no eran vanas (12). Los EEUU de Obama, siguen en <> (13). Guerras sin nombre, guerra solo aérea, con suficientes militares sobre el terreno.
La guerra civil afgana de 1978 y la guerra de todos contra Afganistán, ha provocado más de dos millones de muertos y no ha terminado. Conocemos que EEUU mantendrá a 9.800 militares en el territorio, al menos hasta final de año, en lugar de reducir esa cifra a la mitad, como se preveía (14). Promesas incumplidas. Obama que se había comprometido a poner fin a las guerras de Irak y Afganistán, por unas cosas u otras, no está cumplido. EEUU y él tienen sus intereses.
La tercera guerra que ha heredado de Bush, es contra el terrorismo, que ahora hace suya. En enero, pidió al Congreso, un apoyo para consolidar un cambio en las estrategias de guerra y la autorización del Capitolio para atacar a los yihadistas del movimiento Estado Islámico en Irak y Siria. Presentó su nueva estrategia para liderar el mundo: <> (15). Un liderazgo más inteligente, combinado el poder militar con la diplomacia fuerte, aprovechando su poder para crear coalicciones. Algo como lo que ha ocurrido en la defensa internacional contra la oposición yemení (16), del movimiento chií y los bombardeos de Arabia Saudí en coalicción con Emiratos Árabes, Kuwait, Bahrein, Qatar, Jordania, Marruecos, Egipto y Pakistán. Pero Yemen es algo más que una guerra entre suníes y chiíes (17).
<>. Su poderío aéreo apoyará a las fuerzas aliadas combatientes sobre el terreno. <> (18). Espero calmar a quienes denuncian los 7.000 muertos estadounidenses en Irak y Afganistán (19). Los dos mil bombardeos que le han caído encima al Estado Islámico son una prolongación de la Guerra iniciada en 2003 para derrocar a Sadam Hussein. No tiene visos de finalizar.
NOTAS:
http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/peace/laureates/2009/press.html http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/peace/laureates/1993/index.html http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/peace/laureates/1991/index.html http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/peace/laureates/2002/index.html http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/peace/laureates/1971/index.html http://www.diarioprogresista.es/la-guerra-siempre-la-guerra-53790.htm http://www.publicoscopia.com/reflexiones-republicanas-victor-arrogante/item/1474-gaza.html http://elcomercio.pe/mundo/oriente-medio/israel-netanyahu-gano-elecciones-que-precio-noticia-1798403 http://www.europapress.es/internacional/noticia-hollande-defiende-rohani-acuerdo-nuclear-garantice-iran-no-tiene-armamento-atomico-20150326164850.html http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2013/03/130318_irak_guerra_espias_engano_nm http://elpais.com/diario/2003/05/03/internacional/1051912805_850215.html http://www.elmundo.es/internacional/2014/11/17/5468dd8b268e3edb3f8b4577.html http://www.publico.es/internacional/obama-accede-retrasar-retirada-tropas.html http://www.lavanguardia.com/internacional/20150121/54423589743/obama-atacar-ei-cambiar-estrategia-guerra-eeuu.html http://www.infolibre.es/noticias/mundo/2015/03/26/cien_aviones_150_000_soldados_atacan_yemen_30403_1022.html http://www.guerraeterna.com/yemen-es-una-guerra-entre-sunies-y-chiies-y-algo-mas/ http://www.lavanguardia.com/internacional/20140911/54415856468/obama-estado-islamico-siria.html http://www.bbc.co.uk/mundo/noticias/2015/02/150211_eeuu_poderes_guerra_obama_congreso_tsb http://www.elmundo.es/internacional/2015/02/12/54dbec1c22601dc2388b457a.html
 CONTINUARÁ... 
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2014.08.07 12:01 Txomin45 ¿Qué gana Israel con este conflicto?

Israel está sometiendo a la Franja de Gaza a un ataque desproporcionado, en la que los palestinos apenas pueden defenderse. La gente en Europa se indigna (en Estados Unidos por lo que hemos visto bastante menos) y se lleva las manos a la cabeza por el abuso que está cometiendo el estado Hebreo.
Pero tras el conflicto, los israelíes seguirán siendo nuestros aliados en esa zona compleja del mundo, seguiremos manteniendo una interesante balanza comercial con ellos, y el ruido de los tambores de guerra irá desapareciendo como un rumor lejano, ya que los intereses económicos de Europa y Estados Unidos en la zona son muy importantes.
A Israel le interesa consolidarse como país en la zona, y eliminar a los palestinos, afianzando sus fronteras, y controlando los recursos naturales de los que pueda disponer. Le interesa alejar sus fronteras, focos de conflicto, de sus ciudades, para poder desarrollar su actividad económica en paz, no le interesa tener al enemigo tan cerca, y los palestinos, sin llegar a ser una amenaza real para el estado de Israel, por el contrario, sí que suponen un enemigo incómodo.
La estrategia que va siguiendo Israel se basa en dos principios básicos:
En el primer caso, si aíslas la franja de Gaza por tierra, mar y aire, te vas a encontrar con una población en condiciones deplorables. Habitantes que viven cerca del umbral de pobreza y con recursos económicos mínimos, sin estudios y con condiciones sanitarias muy limitadas.
Lo que estás consiguiendo es que todo aquel que pueda irse de la zona, lo intente, y se convierta en refugiado. Pero también sabes que Egipto no está por la labor de hacerse cargo de un número tan grande de refugiados, porque si bien cuando llegan los refugiados despiertan un sentimiento de pena y solidaridad, al poco tiempo se convierten en un problema.
En el segundo caso, los ataques y contraataques provocan que los palestinos se radicalicen. Si bien la OLP en su día consiguió simpatías a nivel internacional, Hamas no lo consigue y es considerada una organización terrorista. Haber radicalizado las ideas de los palestinos en la Franja de gaza trae consigo su aislamiento político.
El enemigo de Israel es Palestina. Israel quiere todo el territorio, y lo está consiguiendo. Ya tiene a su enemigo aislado. Ahora todos nos llevamos las manos a la cabeza por lo que está haciendo en Gaza, pero es un ataque efímero, que durará un par de meses. Lo realmente duro es lo que viene detrás. La radicalización de una población sometida a un bloqueo, radicalización que trae consigo mayor aislamiento, tanto social como político, y un goteo de refugiados que nadie quiere.
El gobierno palestino va a acabar más cerca de ISIS que de los gobiernos moderados árabes, y eso sólo beneficia a Israel.
Contra el estado Hebreo no habrá condenas, no habrá sanciones, y una vez acabada la operación militar, el mundo olvidará lo ocurrido, mientras que Palestina sigue aislada y sin apoyo político.
Es una guerra desigual en muchos aspectos.
Puedes acceder al articulo original en este enlace
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